Oi mais do que triplica prejuízos no terceiro trimestre. Receitas também caem

A operadora brasileira, participada da Pharol, viu os seus prejuízos mais do que triplicarem no terceiro trimestre. Ascenderam a 5.747 milhões de reais (1,23 mil milhões de euros).

As contas da Oi continuam a degradar-se. A operadora brasileira, participada da Pharol, viu os seus prejuízos mais do que triplicarem no terceiro trimestre. Ascenderam a 5.747 milhões de reais (1.230 milhões de euros), acima dos 1.559 milhões de euros registados no mesmo período do ano anterior, revelou a empresa em comunicado, nesta segunda-feira.

A par do agravamento dos prejuízos, a Oi também registou uma quebra de receitas. No total, estas totalizaram 5.001 milhões de euros, uma contração de 8,8% face ao mesmo trimestre de 2018, penalizadas pela “queda do tráfego de voz” no mercado interno.

A Oi reportou uma queda de 12,8% no número de clientes de telecomunicações fixas no segmento residencial em comparação com o terceiro trimestre de 2018, salientando que “segue o processo de retração da procura do mercado e a sua crescente substituição pela telefonia móvel”.

Neste quadro, o EBITDA consolidado (lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da participada da Pharol caiu 32,9% para 979 milhões de reais, valor que compara com 1,459 mil milhões de reais registados no terceiro trimestre de 2018.

Já a dívida líquida da empresa aumentou 34,1% no comparativo anual, com esta a totalizar 14.731 milhões de reais no final de setembro.

Ainda assim, a empresa aumentou em 35,2% o Capex no trimestre, totalizando 2.065 milhões de reais. No ano, os investimentos ascenderam a um total de 5.851 milhões de reais, um aumento de 45,5%.

(Notícia atualizada)

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