“Não me vou cansar enquanto não vir Caterpillars no Montijo”, diz presidente da Confederação do Turismo de Portugal

O presidente da Confederação do Turismo de Portugal apontou o atraso nas obras do aeroporto do Montijo como um dos maiores problemas do setor do turismo.

O atraso nas obras para o futuro aeroporto do Montijo e o estado dos Serviços de Estrangeiros e Fronteiras (SEF) são algumas das questões mais problemáticas sentidas no setor turístico, apontou o presidente da Confederação do Turismo de Portugal (CTP), Francisco Calheiros.

“Não me vou cansar enquanto não vir Caterpillars no Montijo”, disse o presidente da CTP, referindo que vai continuar a falar sobre a questão do novo aeroporto até arrancarem as obras. “São 36 meses para construir e ainda não arrancámos”, apontou, à saída da reunião com o Presidente da República, em declarações transmitidas pelas televisões.

Para além do aeroporto no Montijo, Francisco Calheiros falou também a Marcelo Rebelo de Sousa sobre a questão do SEF. “Não é admissível que se esteja num voo de oito ou dez horas e depois se esteja duas horas para entrar no aeroporto“, atirou o presidente do CTP.

Esta questão assumiu uma nova importância num momento em que aumentam os turistas de países que não pertencem ao Espaço Schengen, nomeadamente dos Estados Unidos e da China, referiu. Ainda assim, mesmo com estes problemas, o balanço do ano foi bom, já que se conseguiu recuperar da perda de turistas por causa do Brexit, e os resultados deverão ser melhores do que no ano passado.

Quando à proposta do Orçamento do Estado para 2020, Francisco Calheiros vê pontos positivos e negativos. Por um lado, é “importante” ser o primeiro onde se prevê um excedente. Por outro, com esta folga, a expectativa era que existissem “mais medidas para a competitividade da economia portuguesa”.

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