EDP sobe mais de 2% e puxa por Lisboa

No dia em que se concretiza o Brexit, as bolsas europeias registaram perdas. Por cá, a sessão foi de ganhos, com a EDP a puxar pela praça nacional.

Ao contrário do que foi registado nas demais praças do Velho Continente, Lisboa fechou a última sessão da semana (e do mês) em terreno positivo. A puxar pela praça nacional esteve, sobretudo, a EDP, cujos títulos avançaram mais de 2%.

O índice de referência nacional, o PSI-20, valorizou 0,12% para 5.252,03 pontos. Lá fora, verificou-se a tendência inversa, com o Stoxx 600 a cair 1%, o alemão Dax a recuar 1,22%, o francês CAC 40 a descer 1,07% e o espanhol IBEX a perder 1,02%.

Esta foi, portanto, uma sessão marcada pelas perdas nas bolsas europeias. Isto no dia em que marca a concretização do divórcio do Reino Unido da União Europeia, depois de um longo impasse. Além disso, o coronavírus continua a preocupar os investidores. Na quinta-feira, a Organização Mundial de Saúde decretou mesmo estado emergência de saúde pública internacional, enquanto o número de mortos resultante do vírus subiu para 213.

Por cá, foi a EDP a protagonizar os maiores ganhos. Os títulos da empresa liderada por António Mexia somaram 2,12% para 4,524 euros, beneficiando com uma nota de research favorável do Goldman Sachs. O banco de investimento subiu o preço-alvo de 4,40 euros para 5,25 euros (melhoria de 19%) e reiterou a recomendação de comprar.

No mesmo setor, a EDP Renováveis viu as suas ações valorizarem 1,01% para 12 euros, na sessão desta sexta-feira. Em sentido inverso, as ações da Galp Energia caíram 0,07% para 13,64 euros.

Do outro lado da linha de água, destaque ainda para o BCP, cujos títulos recuaram 0,73% para 0,1917 euros. A protagonizar as maiores perdas estiveram as ações dos CTT, que caíram 2,27% para 2,928 euros.

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