Berlim e Paris cancelam, mas Bolsa de Turismo de Lisboa vai acontecer

Coronavírus está a cancelar eventos atrás de eventos por todo o mundo. Na Europa, são cada vez mais aqueles que recuam, temendo o vírus. Em Lisboa, a BTL vai mesmo acontecer.

A Feira Internacional de Turismo de Berlim (ITB), que estava programada para os dias 4 a 8 de março, foi cancelada no final da semana passada, devido ao Covid-19. Dois de Berlim, foi a vez da Feira Mundial de Turismo de Paris, marcada para os dias 12 a 15 de março, anunciar que decidiu cancelar o evento pelo mesmo motivo. E a Bolsa de Turismo de Lisboa? Vai acontecer.

“Apesar das circunstâncias inerentes ao Covid-19, e depois de auscultar diferentes stakeholders da Bolsa de Turismo de Lisboa decidiu manter a realização do evento agendado para os dias 11 a 15 de março”, refere a Fundação AIP, num comunicado publicado no seu site.

“A organização da BTL está firmemente empenhada com a realização de mais uma edição de grande sucesso”, refere, salientando que “estão inscritos na presente edição cerca de 1.500 expositores de 67 destinos internacionais“. Apesar das circunstâncias atuais, com o alastrar da infeções por coronavírus a nível mundial, com o número de mortes a superar os três mil, “foram registados apenas três cancelamentos”, nota.

A Fundação AIP mantém a organização do evento, mas “compromete-se a adotar, em articulação com as entidades competentes, todas as medidas que venham a ser consideradas necessárias para assegurar a segurança dos expositores e dos visitantes”.

“De forma minimizar os possíveis impactos inerentes a este vírus, a organização” lançou um “Plano de Mitigação de Riscos”, seguindo as orientações da Organização Mundial de Saúde e da Direção Geral de Saúde.

Desse plano fazem parte a “informação sobre os cuidados a ter, em locais visíveis nos pavilhões”, os “dispensadores com gel desinfetante à entrada e no recinto”, o reforço dos serviços de apoio médico, além da “difusão de informação e boas práticas a seguir junto dos colaboradores do Grupo Fundação AIP, de forma a minimizar o potencial risco associado ao desempenho das suas funções”.

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