Fotogaleria: Vírus deixa aeroporto a meio gás. Turistas deixam Lisboa a conta-gotas

Com o alastrar da pandemia, e depois de decretado o estado de emergência, os turistas que ainda se encontram em Lisboa tentam regressar ao país de origem. O ECO esteve no aeroporto Humberto Delgado.

Depois de decretado o estado de emergência nacional e suspensos os voos de e para fora do espaço europeu, o aeroporto Humberto Delgado em Lisboa vive debaixo de fortes medidas de prevenção da pandemia do Covid-19. A entrada no terminal das partidas é feita apenas por uma única porta (todas as outras estão encerradas) sob olhar atento da Polícia de Segurança Pública. Os passageiros que têm voo marcado entram a conta-gotas de modo a evitar grandes ajuntamentos junto dos balcões de check-in no interior do aeroporto.

No exterior, existem duas filas. Uma para os passageiros com voo marcado e confirmado. Outra para os passageiros que, devido à suspensão dos voos extracomunitários, viram o seu voo ser cancelado e esperam agora por uma solução para regressarem ao seu país de origem.

Um desses passageiros tenta encontrar uma solução para regressar ao Brasil mas a conjugação da pandemia com a suspensão dos voos e a falta de informação torna a tarefa difícil de resolver. O mesmo se passa com um grupo de passageiros angolanos que ficou sem voo de regresso para Angola. Nesta fila, há passageiros à espera desde a madrugada por uma alternativa.

O interior do terminal das partidas mostra um aeroporto a meio gás, porque com os voos a serem suspensos dia após dia, os balcões de check-in estão vazios assim como os balcões de atendimento das próprias companhias aéreas. Informações só por telefone ou email. Muitos espaços comerciais estão também encerrados.

Veja a fotogaleria abaixo:

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Fotogaleria: Vírus deixa aeroporto a meio gás. Turistas deixam Lisboa a conta-gotas

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião