Fotogaleria: Vírus deixa aeroporto a meio gás. Turistas deixam Lisboa a conta-gotas

Com o alastrar da pandemia, e depois de decretado o estado de emergência, os turistas que ainda se encontram em Lisboa tentam regressar ao país de origem. O ECO esteve no aeroporto Humberto Delgado.

Depois de decretado o estado de emergência nacional e suspensos os voos de e para fora do espaço europeu, o aeroporto Humberto Delgado em Lisboa vive debaixo de fortes medidas de prevenção da pandemia do Covid-19. A entrada no terminal das partidas é feita apenas por uma única porta (todas as outras estão encerradas) sob olhar atento da Polícia de Segurança Pública. Os passageiros que têm voo marcado entram a conta-gotas de modo a evitar grandes ajuntamentos junto dos balcões de check-in no interior do aeroporto.

No exterior, existem duas filas. Uma para os passageiros com voo marcado e confirmado. Outra para os passageiros que, devido à suspensão dos voos extracomunitários, viram o seu voo ser cancelado e esperam agora por uma solução para regressarem ao seu país de origem.

Um desses passageiros tenta encontrar uma solução para regressar ao Brasil mas a conjugação da pandemia com a suspensão dos voos e a falta de informação torna a tarefa difícil de resolver. O mesmo se passa com um grupo de passageiros angolanos que ficou sem voo de regresso para Angola. Nesta fila, há passageiros à espera desde a madrugada por uma alternativa.

O interior do terminal das partidas mostra um aeroporto a meio gás, porque com os voos a serem suspensos dia após dia, os balcões de check-in estão vazios assim como os balcões de atendimento das próprias companhias aéreas. Informações só por telefone ou email. Muitos espaços comerciais estão também encerrados.

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