Hoje nas notícias: Impostos, concessionárias e energia

  • ECO
  • 25 Março 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

As consequências do coronavírus continuam a marcar a atualidade. No mundo empresarial, há já empresas que estão a falhar pagamentos a fornecedores, sendo que as portas fechadas estão a ditar uma quebra no consumo de energia em Portugal. O Estado vai ter de pagar às concessionárias para as compensar dos efeitos da pandemia, já relativamente aos contribuintes não haverá adiamento dos prazo de IRS e do IMI.

Pandemia obriga Estado a compensar concessionárias

Um dos efeitos do coronavírus é a quebra do tráfego nas autoestradas nacionais e, para compensar esse cenário, as concessionárias e subconcessionárias já estão a informar o Instituto de Mobilidade e dos Transportes (IMT) e a Infraestruturas de Portugal (IP). E o Estado vai ter de compensar estas concessionárias, sendo que uma das hipóteses poderá ser a extensão do prazo da concessão. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (link indisponível)

10% a 20% das empresas já está a falhar pagamentos a fornecedores

Obrigadas a fechar ou a reduzir drasticamente atividade devido ao surto de coronavírus, várias empresas já estão a sentir dificuldades em fazer face às obrigações que têm, nomeadamente junto de fornecedores. A Marsh admite que até um quinto das cobranças já estejam em incumprimento. “Pela partilha que os nosso clientes têm vindo a fazer connosco, acreditamos que 10% a 20% da carteira tenha vindo a sofrer algumas restrições de cobertura”, estima Leonardo Palminha, analista da Marsh. Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago)

Prazos para pagar IRS e IMI não vão ser adiados

O Governo tem lançado uma série de medidas para reduzir o impacto financeiro do surto de coronavírus para famílias e empresas, mas IRS e IMI não deverão alterar-se. Para já, não há intenção de adiar estes impostos. “Sem prejuízo de terem sido implementadas medidas de apoio às famílias e empresas relativamente às obrigações tributárias do 2.º trimestre de 2020, o Governo continuará a acompanhar e avaliar de perto a evolução da conjuntura atual”, diz o ministério das Finanças. Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago)

Consumo de energia cai com estado de emergência

No primeiro dia do estado de emergência nacional, o consumo de eletricidade no país caiu para o valor mais baixo desde o início do mês, adiantou fonte da REN. Isto pode ser justificado pela paragem de muitas fábricas, uma tendência que continuará nos próximos dias. Entre os dias 2 e 19, o consumo desceu 8,5%. Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago)

Vagas para professores contratados sobe para 872

Vão entrar nos quadros das escolas 872 professores, no próximo ano letivo, que estão atualmente a contrato. Estes incluem-se num grupo que conta com 30 mil docentes que estão nas escolas a contrato. As vagas para o próximo concurso externo de colocação de docentes foram fixadas pelo ministério da Educação esta segunda-feira. É o terceiro maior lote de contratados dos últimos seis anos e o concurso abre esta quarta-feira. Leia a notícia completa no Público (acesso pago)

 

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

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  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
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O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

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No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

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António Costa

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