Farfetch lança projeto #supportboutiques para apoiar parceiros

Farfetch lança na próxima semana o projeto para apoiar parceiros. "Maioria destes negócios ainda é capaz de negociar online. Esta é uma linha vital para eles, neste momento", refere José Neves.

Numa altura que grande parte das lojas está encerrada temporariamente devido ao Covid-19, a Farfetch tem em marcha o projeto #supportboutiques, que tem como objetivo ajudar os parceiros que tiveram que encerrar temporariamente as lojas físicas. Este projeto será lançado na próxima semana de forma a envolver toda a comunidade Farfetch que representa mais de 700 lojas, em 50 países.

“A nossa prioridade atual é apoiar nossa comunidade de proprietários de lojas e marcas que vendem na Farfetch (…) A maioria destes negócios, no entanto, ainda é capaz de negociar online. Esta é uma linha de vida vital para eles, neste momento”, explica José Neves, CEO da plataforma líder na indústria da moda de luxo, em comunicado.

Face ao encerramento das lojas físicas, o CEO da Farfetch destaca que “para muitos, a Farfetch agora é o único canal, então sentimos que apoiá-los é uma enorme responsabilidade como plataforma”, refere.

Como plataforma, podemos ajudar pequenas empresas a permanecerem vivas.

José Neves

CEO da Farfetch

“É assim que podemos ajudar a indústria. Não podemos ajudar a situação de saúde diretamente ou acalmar as preocupações das pessoas a nível nível pessoal. Mas, como plataforma, podemos ajudar pequenas empresas a permanecerem vivas”, destaca o Farfetch.

José Neves refere que a Farfetch está a oferecer apoio logístico e armazenamento. “Isso inclui a movimentação do stock das lojas para os nossos armazéns quando as mercadorias não podem ser transportadas devido a bloqueios regionais ou falta de pessoal”, explica José Neves.

As receitas da tecnológica criada, em Londres, pelo português José Neves subiram 69% e ultrapassaram os mil milhões de dólares, em 2019. No entanto, os prejuízos mais que duplicaram para quase 373,7 milhões de dólares.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Farfetch lança projeto #supportboutiques para apoiar parceiros

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião