Microsoft “reforça equipas” para ajudar empresas a lidar com o trabalho remoto durante a crise

Diretora-geral da Microsoft para Portugal afirma que trabalhar de casa traz desafios: um deles é que o trabalho é muitas vezes acompanhado da presença de crianças.

A tecnologia é o negócio da Microsoft, assim como o trabalho remoto faz parte do ADN da empresa. A cultura da empresa e a forma como lá se trabalha sempre passou por “capacitar” os trabalhadores “para o trabalho remoto”. No entanto, afirma Paula Panarra, o trabalho a partir de casa que advém do coronavírus traz outros desafios.

Estes tempos trazem-nos uma realidade diferente. Em grande maioria, trabalhamos a partir de casa com toda a família, incluindo crianças que têm de dar continuidade aos estudos remotamente”, afirma em entrevista ao ECO, para a rubrica Gestores em teletrabalho. Outra das diferenças é a falta de contacto pessoal. “Não nos cruzamos diariamente nos corredores com os nossos colegas”, sublinha.

Por isso, o desafio é, tanto para todos os trabalhadores como para o líder. “Esta nova rotina traz alguns desafios e, como líderes, devemos estabelecer um contacto frequente com as nossas equipas para garantir o seu bem-estar e equilíbrio enquanto damos continuidade ao negócio”, assinala.

Esta nova rotina traz alguns desafios e, como líderes, devemos estabelecer um contacto frequente com as nossas equipas para garantir o seu bem-estar e equilíbrio enquanto damos continuidade ao negócio.

Paula Panarra

Diretora-geral da Microsoft Portugal

Também os clientes entram na equação, quando se trata de adaptar toda a cadeia de valor a uma nova realidade. “Tem havido uma preocupação acrescida na forma de garantir o trabalho e aprendizagem remotos. O nosso conhecimento e as nossas soluções nesta área permitem-nos nesta altura ajudar todas as organizações a lidar com esta mudança. Para além disso, estamos também a reforçar as equipas de engenharia com o objetivo de aumentar a capacidade de suporte em projetos de implementação se soluções de trabalho remoto”, acrescenta a diretora-geral da Microsoft Portugal.

Com um calendário de atividades com parceiros e clientes muito exigente ao longo do ano — e que requer frequente envolvimento com os mesmos –, a Microsoft tem estreitado esta comunicação “no sentido de os formar, informar, e capacitar para os desafios que a tecnologia nos vai colocando dia após dia”. “Neste momento estamos a usar as ferramentas de que já dispúnhamos e transformar eventos presenciais em eventos totalmente online, ajustando e priorizando os seus conteúdos ao contexto atual”, explica Paula Panarra.

As novas rotinas de trabalho foram, de resto, descritas por Paula Panarra numa publicação da diretora-geral da Microsoft Portugal no seu LinkedIn.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Microsoft “reforça equipas” para ajudar empresas a lidar com o trabalho remoto durante a crise

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião