Com pico do surto à vista, Wall Street avança 1%

Donald Trump disse esta terça-feira que os Estados Unidos podem estar a chegar ao pico da "curva" do surto. Os investidores estão otimistas.

Os investidores estão otimistas com o evoluir do surto nos Estados Unidos, elevando os índices norte-americanos para ganhos à volta de 1%. Ainda assim, a volatilidade sentida nos mercados norte-americanos nesta terça-feira parece que vai a marcar também esta sessão, com a preocupação com os efeitos desta pandemia na economia.

Donald Trump disse esta terça-feira que os Estados Unidos podem estar a chegar ao pico da “curva” do surto, mesmo quando Nova Iorque e vários outros estados registaram o maior número de fatalidades diárias relacionadas com o vírus. Os investidores aguardam também minutas da reunião de um comité da Reserva Federal dos EUA.

Perante este cenário, o S&P 500 abriu a sessão a avançar 0,96%, para 2.685,00 pontos, enquanto o industrial Dow Jones subia 1,06%, para 22.893,47. pontos. Já o tecnológico Nasdaq arrancou a somar 1,12%, para 7.975,72 pontos.

Com uma “luz ao fundo do túnel” da pandemia, as cotadas que são mais prejudicadas pela paragem começam a ver uma recuperação. É o caso das companhias aéreas, com a United Airlines a avançar 3,94% para os 25,44 dólares, e a Delta Airlines a subir 3,96% para os 23,13 dólares.

A Tesla está a subir 0,29% para 547 dólares por ação depois de revelar que vai avançar com um corte nos salários de todos os seus quadros administrativos em 30%, de forma temporária, para fazer face à pandemia. A fabricante de automóveis anunciou também que iria produzir ventiladores a partir de peças do Model 3.

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