Covid-19: Quase 89 mil mortos e mais de 1,5 milhões de infetados em todo o mundo

  • Lusa
  • 9 Abril 2020

Itália, que registou a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, é o país mais afetado em número de mortes, com 17.669 óbitos em 139.422 casos.

A pandemia da covid-19 matou quase 89 mil pessoas em todo o mundo desde que a doença surgiu em dezembro e mais de 1,5 milhões estão infetados, segundo um balanço da AFP às 11:00.

De acordo com os dados da agência de notícias francesa, a partir de dados oficiais, há mais de 1.519.260 casos de infeção e 88.981 mortes, em 192 países e territórios.

Pelo menos 312.100 doentes foram considerados curados pelas autoridades de saúde.

Itália, que registou a primeira morte ligada ao coronavírus no final de fevereiro, é o país mais afetado em número de mortes, com 17.669 óbitos em 139.422 casos.

Pelo menos 26.491 pessoas foram consideradas curadas pelas autoridades italianas.

Depois de Itália, os países mais afetados são Espanha, com 15.238 mortes para 152.446 casos, os Estados Unidos com 14.817 mortes (432.132 casos), França com 10.869 mortes (112.950 casos) e o Reino Unido com 7.097 mortes (60.733 casos).

A China (sem os territórios de Hong Kong e Macau), onde a epidemia começou no final de dezembro, contabilizou 81.865 casos (63 novos entre quarta-feira e hoje), incluindo 3.335 mortes (duas novas) e 77.279 recuperações.

Nos Estados Unidos já foram registados oficialmente 432.132 casos de infeção, incluindo 14.817 mortes. 23.906 pessoas foram consideradas curadas.

Desde as 19h00 de quarta-feira, a Somália anunciou a primeira morte relacionada com o novo coronavírus.

A Europa totalizou até às 11h00 de hoje 62.402 mortes para 787.744 casos, os Estados Unidos e o Canadá 15.273 mortes (451.315 casos), Ásia 4.504 mortes (127.727 casos), Médio Oriente 4.354 mortes (88.295 casos), América Latina e Caraíbas 1.814 mortes (45.523 casos), África 577 mortes (11.519 casos) e Oceânia 57 mortes (7.146 casos).

A AFP alerta que o número de casos diagnosticados reflete apenas uma fração do número real de infeções, já que um grande número de países está agora a testar apenas os casos que requerem atendimento hospitalar.

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