Nova SBE e Católica entre as 50 melhores escolas de negócios para FT

As escolas de negócios da Nova e da Católica voltam a surgir no ranking das melhores do mundo. Porto Business School destaca-se nos programas customizados para empresas.

As escolas de negócios da Nova e da Católica voltam a figurar este ano entre as 50 melhores do Financial Times Executive Education Ranking, lista divulgada esta segunda-feira.

A Nova School of Business & Economics sobe uma posição face ao ranking do ano passado, surgindo no lugar 44, enquanto a Católica Lisbon School of Business & Economics cai dois lugares para fechar o ranking na 50.ª posição.

“Este resultado é consequência do compromisso de impacto e transformação sustentável que assumimos junto da nossa comunidade. Continuaremos a trabalhar com as nossas empresas parceiras para preparar para um novo paradigma que requer, mais do que nunca, um mindset ágil e permeável à mudança”, referiu Daniel Traça, dean da Nova SBE.

O Financial Times Executive Education Ranking avalia o desempenho geral das principais escolas de negócios do mundo. Em 2020, o ranking global é liderado pela Iese (Espanha), seguida da HEC Paris (França) e da IMD Business School (Suíça).

Este ranking agregado é construído por duas componentes: um ranking para os programas de inscrição aberta (open rank) e outro ranking para programas customizados para empresas (custom rank). Sublinhe-se que para o ranking global são escolhidas apenas as 50 escolas mundiais de topo no conjunto das duas áreas.

No que diz respeito à oferta de programas customizados para empresas (custom rank), a Católica Lisbon School of Business & Economics é a escola portuguesa em melhor lugar, situando-se na 39.º posição, subindo 15 lugares em relação ao anterior ranking.

“É com muito orgulho que vemos a formação de executivos da Católica-Lisbon classificada como a escola portuguesa preferida pelas empresas”, sublinha Céline Abecassis-Moedas, diretora para a formação de executivos da Católica Lisbon School of Business & Economics.

A responsável realça que, na era-Covid, a nova formação executiva será ainda mais alinhada com as necessidades dos clientes e as tendências e exigências do mercado em formato inovador e cada vez mais digital.

Já a Nova SBE surge na posição 54, registando uma descida de duas posições face ao ranking de 2019.

Quanto ao ranking para os programas de inscrição aberta (open rank), a Nova SBE surge na 44.ª posição, a Católica Lisbon School of Business & Economics figura no lugar 72.

Apesar de não constar da lista global das 50 melhores escolas, a Porto Business School da Universidade do Porto surge no 58.ª posição do custom rank, onde regista uma subida de seis lugares, e ainda na 75.ª posição do open rank.

Ramon O’Callaghan, dean da Porto Business School, diz: “Começar o ano com estes resultados dá-nos ainda mais motivação para continuar a inovar, com programas disruptivos, que vão ao encontro das necessidades de quem nos procura”.

Financial Times Executive Education Ranking 2020

1. Iese Business School (Espanha/EUA)
2. HEC Paris (França)
3. IMD Business School (Suíça)
4. Insead (França/Singapura/Abu Dhabi)
5. Essec Business School (França)
6. Stanford Graduate School of Business (EUA)
7. Universidade de Michigan: Ross (EUA)
8. Universidade de Oxford: Saïd (Reino Unido)
9. Fundação Dom Cabral (Brasil)
10. ESMT Berlin (Alemanha)
44. Nova School of Business & Economics (Portugal)
50. Católica Lisbon School of Business & Economics (Portugal)

(Notícia atualizada às 14h44 de 12 de maio para incluir declaração de Daniel Traça)

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Nova SBE e Católica entre as 50 melhores escolas de negócios para FT

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião