Faturação da Novabase sobe 13% para 31,6 milhões no 1.º trimestre

  • Lusa
  • 14 Maio 2020

O presidente executivo da Novabase assegurou que a empresa está confiante, mas cautelosa, face à pandemia.

A Novabase registou um volume de negócios de 31,6 milhões de euros, mais 13% em comparação com igual período do ano anterior, anunciou hoje a tecnológica.

Em comunicado, a empresa indicou que, entre janeiro e março, o volume de negócios fixou-se em 31,6 milhões de euros, valor que compara com os 27,9 milhões de euros totalizados nos primeiros três meses de 2019.

Por segmento, o volume de negócios do ‘next-gen’ situou-se, no período em causa, em 22,4 milhões de euros, superior aos 20,4 milhões de euros apurados no primeiro trimestre do ano anterior. Já a faturação do ‘value portfolio’ atingiu 9,2 milhões de euros, entre janeiro e março, o que compara com os 7,2 milhões de euros registados no período homólogo.

“Não foram observados impactos relevantes da pandemia de covid-19 neste trimestre, em ambos os segmentos ‘next-gen’ e ‘value portfolio’”, ressalvou a tecnológica. Citado no mesmo documento, o presidente executivo da Novabase assegurou que a empresa está confiante, mas cautelosa, face à pandemia.

“Confiantes na nossa robustez financeira, talento e estratégia. Cautelosos pela incerteza na durabilidade e formato da recuperação”, afirmou João Nuno Bento.

No período em causa, a geração de ‘cash’ ascendeu a 33,2 milhões de euros, com destaque para o encaixe de 32,9 milhões de euros pela alienação do negócio GTE, bem como para o encaixe de 3,2 milhões de euros pela venda da Collab.

O ‘Net cash’ de 67,3 milhões de euros, “o maior já apurado”, ainda não reflete “o pagamento pela aquisição da participação da Vodafone na Celfocus nem o encaixe relacionado com o ajustamento à contrapartida do negócio GTE, que ocorreram no segundo trimestre”.

O grupo não revelou o lucro registado no primeiro trimestre. Na sessão de hoje da bolsa, as ações da Novabase cederam 1,85% para 2,66 euros.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Faturação da Novabase sobe 13% para 31,6 milhões no 1.º trimestre

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião