Portugal é o quinto país da UE com mais pessoas empregadas no setor da aviação

Os empregados no setor do transporte aéreo em Portugal rondavam os 16 mil em 2019, de acordo com os dados do Eurostat.

Portugal é um dos países da União Europeia onde existem mais pessoas empregadas no setor do transporte aéreo, uma das áreas mais afetadas pela pandemia do novo coronavírus. No ano passado, cerca de 0,4% do total de trabalhadores nacionais estavam nesta área, o que coloca o país no quinto lugar da tabela europeia.

Os empregados no setor da aviação em Portugal rondavam os 16 mil em 2019, de acordo com os dados do Eurostat divulgados esta segunda-feira, o que corresponde a 0,4% do total dos trabalhadores. À frente de Portugal estão países como a Irlanda e os Países Baixos, sendo que o Luxemburgo se destaca ao ter 1% dos trabalhadores no transporte aéreo.

Em 2019, 408 mil pessoas com idades entre 20 e 64 anos estavam empregadas no setor de transporte aéreo na União Europeia, o que representa um aumento de 11% em relação a 2018. Estes trabalhadores representam 0,2% do emprego total na UE, segundo o gabinete de estatísticas da UE.

O Eurostat nota ainda que a maioria dos trabalhadores do transporte aéreo era do sexo masculino (56%). A maior proporção de homens foi registada na Suécia (77%), seguida pela Dinamarca (74%). Por outro lado, a Finlândia é o único Estado-membro onde predominavam as mulheres neste setor de atividade (57%).

O ECO recusou os subsídios do Estado. Contribua e apoie o jornalismo económico independente

O ECO decidiu rejeitar o apoio público do Estado aos media, porque discorda do modelo de subsidiação seguido, mesmo tendo em conta que servirá para pagar antecipadamente publicidade do Estado. Pelo modelo, e não pelo valor em causa, cerca de 19 mil euros. O ECO propôs outros caminhos, nunca aceitou o modelo proposto e rejeitou-o formalmente no dia seguinte à publicação do diploma que formalizou o apoio em Diário da República. Quando um Governo financia um jornal, é a independência jornalística que fica ameaçada.

Admitimos o apoio do Estado aos media em situações excecionais como a que vivemos, mas com modelos de incentivo que transfiram para o mercado, para os leitores e para os investidores comerciais ou de capital a decisão sobre que meios devem ser apoiados. A escolha seria deles, em função das suas preferências.

A nossa decisão é de princípio. Estamos apenas a ser coerentes com o nosso Manifesto Editorial, e com os nossos leitores. Somos jornalistas e continuaremos a fazer o nosso trabalho, de forma independente, a escrutinar o governo, este ou outro qualquer, e os poderes políticos e económicos. A questionar todos os dias, e nestes dias mais do que nunca, a ação governativa e a ação da oposição, as decisões de empresas e de sindicatos, o plano de recuperação da economia ou os atrasos nos pagamentos do lay-off ou das linhas de crédito, porque as perguntas nunca foram tão importantes como são agora. Porque vamos viver uma recessão sem precedentes, com consequências económicas e sociais profundas, porque os períodos de emergência são terreno fértil para abusos de quem tem o poder.

Queremos, por isso, depender apenas de si, caro leitor. E é por isso que o desafio a contribuir. Já sabe que o ECO não aceita subsídios públicos, mas não estamos imunes a uma situação de crise que se reflete na nossa receita. Por isso, o seu contributo é mais relevante neste momento.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Portugal é o quinto país da UE com mais pessoas empregadas no setor da aviação

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião