Constitucional confirma coima de 3,7 milhões a Ricardo Salgado

  • ECO
  • 26 Maio 2020

Acórdão mantém impedimento ao antigo líder do BES de exercer funções em órgãos sociais de instituições de crédito e financeiras durante uma década.

Pela segunda vez, o Tribunal Constitucional rejeitou o recurso de Ricardo Salgado relativamente à coima de 3,7 milhões de euros determinada pelo Banco de Portugal, devido a atos de gestão ruinosa no Banco Espírito Santo (BES), antes de o banco ter sido resolvido em agosto de 2014, avança o Público (acesso condicionado) nesta terça-feira. O antigo líder do banco está ainda inibido de exercer funções em órgãos sociais de crédito e financeiras nos próximos dez anos.

A decisão do Tribunal Constitucional incide sobre um pedido de inconstitucionalidade por parte de Ricardo Salgado relativo a uma acusação do regulador da banca sobre gestão ruinosa pela falsificação de contas da Espírito Santo International e esquema fraudulento de emissão de dívida no valor de 1,3 mil milhões de euros, colocada em clientes do BES. No âmbito das mesmas acusações, o Banco de Portugal também condenou Amílcar Morais Pires e José Manuel Espírito Santo.

Por se trata da segunda rejeição de recurso por parte do Tribunal Constitucional, a primeira decisão do Banco de Portugal torna-se definitiva.

Assine o ECO Premium

No momento em que a informação é mais importante do que nunca, apoie o jornalismo independente e rigoroso.

De que forma? Assine o ECO Premium e tenha acesso a notícias exclusivas, à opinião que conta, às reportagens e especiais que mostram o outro lado da história e às newsletters ECO Insider e Novo Normal.

Esta assinatura é uma forma de apoiar o ECO e os seus jornalistas. A nossa contrapartida é o jornalismo independente, rigoroso e credível.

Comentários ({{ total }})

Constitucional confirma coima de 3,7 milhões a Ricardo Salgado

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião