Hoje nas notícias: Lay-off, empregos e Montepio

  • ECO
  • 4 Junho 2020

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

O Conselho de Ministros reúne esta quinta-feira e deverá decidir os moldes do prolongamento do regime de lay-off. No setor das telecomunicações, uma batalha judicial de vários anos entre as duas principais operadoras já conheceu um fim.

Trabalhadores em lay-off podem ficar a receber 85% do salário

Os rendimento salarial dos trabalhadores em lay-off deverá aumentar, ao abrigo do novo regime que se espera que seja aprovado pelo Governo no Conselho de Ministros desta quinta-feira. Atualmente, os cidadãos nestas condições recebem 66% do vencimento bruto, mas um dos cenários em cima da mesa será o de aumentar a percentagem para 85% da remuneração bruta, com as empresas a pagarem uma parte do acréscimo nesta fase de menores restrições à atividade económica.

Leia a notícia completa no Correio da Manhã (acesso pago).

Pandemia põe em risco 945 mil empregos no curto prazo

Um estudo da Universidade Católica concluiu que a pandemia põe em risco, a curto prazo, 945.000 postos de trabalho, e que esse é um efeito que a taxa oficial de desemprego continua a não espelhar devido à passagem de muitos à inatividade e que o mecanismo de lay-off simplificado tem minimizado. De acordo com o mesmo estudo, no embate direto estão 400 mil a 700 mil postos de trabalho, conforme o grau de imobilização provocado pelo surto e, a estes, somar-se-ão entre 130.000 a 245.000 outros empregos dependentes dos primeiros.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso pago).

Montepio muda política de prémios a pedido do BdP

O Banco Montepio ajustou a política de remunerações a pedido do Banco de Portugal, numa tentativa de clarificar, sobretudo, as remunerações variáveis pagas aos membros da administração e fiscalização. Em causa estão os tempos de diferimento dos prémios pagos aos gestores, isto porque, segundo o BdP, tem de haver uma maior precisão em torno destes diferimento. A instituição defende que é preciso que os bancos definam as suas regras de diferimento com base em fundamentos prudenciais sólidos.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

Meo perde batalha de 27 milhões contra a Nos

A Meo perdeu um processo judicial contra a Nos, no qual reclamava à concorrente o pagamento de uma soma de 26,8 milhões de euros. A operadora detida pela Altice Portugal acusava o grupo liderado por Miguel Almeida de irregularidades nas portabilidades, num caso que se arrastou por quase nove anos. Continua agora em curso outro processo, este da Nos contra a Meo, referente ao mesmo ano de 2011, no qual a operadora reclama ao grupo presidido por Alexandre Fonseca uma indemnização de 22,4 milhões por alegadas violações do regulamento da portabilidade, isto é, o ato de mudar de fornecedor de serviço mantendo o mesmo número de telefone ou telemóvel.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso condicionado).

“Voltou a haver barracas em Lisboa”, diz Isabel Jonet

A presidente do Banco Alimentar, Isabel Jonet, alertou que o país tem “uma economia informal fortíssima que ninguém quer ver” e mostrou-se preocupada com o aumento dos bairros sociais no país. “Voltou a haver barracas em Lisboa porque as pessoas tiveram que largar a sua casa e vivem em condições muito precárias”, indicou. Numa entrevista conjunta à Renascença e ao Público, Jonet convida também o gestor António Costa Silva, que está a desenhar um plano de recuperação para o país, a visitar um bairro social “para saber o que é preciso não descurar” nesse plano.

Leia a entrevista completa na Renascença (acesso livre).

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