Caetano Coatings instala painéis solares para autoconsumo. Reduz 130 toneladas de CO2 por ano

Caetano Coatings instalou 1320 painéis solares na cobertura da unidade do Carregado. Uma medida que pretende aumentar a eficiência energética e reduzir os custos com a eletricidade.

A Caetano Coatings, empresa do Grupo Parinama, deu mais um passo rumo à redução da sua pegada de carbono e instalou 1320 painéis solares na cobertura da unidade do Carregado. Este projeto vai contribuir para a redução de 130 toneladas de CO2 por ano, o que corresponde a menos 70 veículos a circular nas estradas.

“Este foi o primeiro sistema de autoconsumo instalado pela Caetano Coatings. Acreditamos que a utilização de energia limpa será um importante contributo para a sustentabilidade da nossa operação, reduzindo o impacto ambiental das nossas atividades”, salienta Júlio Azeitão, responsável de manutenção da Caetano Coatings, em comunicado.

Os módulos fotovoltaicos ocupam uma área de 7.920 metros quadrados e contam com uma potência de 455,4 kWp que irá produzir anualmente uma produção energética de 556 MWh. Um investimento que permite à empresa produzir localmente a sua própria energia elétrica.

A instalação, operação e manutenção dos módulos de autoconsumo esteve a cargo da Engie Hemera, empresa especialista em soluções de autoconsumo solar fotovoltaico para o mercado empresarial.

O diretor geral da empresa, Duarte Caro de Sousa, destaca que estão “muito satisfeitos por contribuir para a otimização da eficiência ambiental e energética das instalações da Caetano Coatings. A produção descentralizada de eletricidade a partir de fontes renováveis de energia será cada vez mais importante para dar resposta aos desafios em matéria de energia e alterações climáticas e, ao mesmo tempo, reduzir custos”, conclui.

(Correção: Na versão inicial desta notícia foi escrito que a Caetano Coatings é uma empresa do Grupo Salvador Caetano, quando na realidade está integrada no Grupo Parinama. Estes erros tiveram origem em informações incorretas fornecidas pela empresa ao ECO. Pelo sucedido pedimos desculpa aos nossos leitores)

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