Revolut lança cartão ‘Pride’ para apoiar comunidade LGBTI+

O banco digital voltou a lançar uma edição especial para apoiar a comunidade LGBTI+. Através do cartão "Pride" pode contribuir sempre que quiser e o valor angariado será doado à ILGA Europe.

Depois da primeira edição, no ano passado, a Revolut voltou a lançar esta sexta-feira o cartão “Pride”, para apoiar a comunidade LGBT. Para encomendar o cartão, os clientes têm de fazer uma doação mínima de três euros.

O valor total angariado será doado à ILGA Europe, a organização responsável pela defesa dos direitos humanos de lésbicas, gays, bissexuais, transexuais e intersexuais na Europa e na Ásia.

Com o cartão “Pride” pode ainda arredondar os pagamentos e doar o restante, ou fazer doações semanais ou mensais à organização. Em 2019, a Revolut disponibilizou 30.000 cartões Pride para clientes no Reino Unido e na Europa, que esgotaram em menos de 24 horas, conta a fintech em comunicado.

Com as doações mínimas obrigatórias, o banco digital estima que conseguirá angariar mais de meio milhão de euros.

“Este é um momento crítico para a igualdade de lésbicas, gays, bissexuais, trans e intersexuais (LGBTI) na Europa. Estamos a testemunhar a estagnação ou mesmo o retrocesso de direitos, agravadas pela crise provocada pela Covid-19. Este apoio tem um impacto real e vital no nosso trabalho, permitindo fortalecer o apoio dado a organizações e ativistas LGBTI na Europa e Ásia. O lançamento de novos cartões Pride vai permitir que façamos ainda mais para apoiar as comunidades LGBTI, defender direitos, e impactar profunda e positivamente, sob a forma de um ativismo inclusivo”, explica Anna Shepherd, gestora de parcerias da ILGA Europe, citada em comunicado.

A Revolut já tem 500 mil clientes em Portugal e 600 mil clientes em Espanha, tendo já ultrapassado a fasquia do milhão de clientes no mercado ibérico.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Revolut lança cartão ‘Pride’ para apoiar comunidade LGBTI+

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião