Beta-i ajuda Banco de Angola a criar ambiente regulatório experimental para fintech

Consultora portuguesa é uma das responsáveis pela gestão da Sandbox Regulatória, um ambiente regulatório experimental para fintech e pioneira no mercado angolano.

A consultora de inovação portuguesa Beta-i está a ajudar o Banco Nacional de Angola a criar um ambiente regulatório experimental para fintech, anunciou a instituição em comunicado.

A Beta-i é uma das responsáveis pela gestão da Sandbox Regulatória, um projeto pioneiro no mercado angolano que surge através do programa de aceleração e incubação Laboratório de Inovação do Sistema de Pagamentos Angolano (LISPA), e criado em parceria com a incubadora Acelera Angola. A ideia é que este espaço permita às startups que trabalham em projetos da área das fintech testem produtos ou serviços num ambiente real de mercado e tenham orientação regulatória para os adaptar à legislação atual e/ou promover a criação de novas leis.

“Este laboratório é uma iniciativa crucial para o ecossistema e foi estruturado de forma a permitir um acompanhamento e apoio contínuo às startups, tanto em termos de negócio quanto de regulamentação. Durante os 10 meses de incubação as startups têm acesso às equipas e mentores da Beta-i para orientação técnica, minimizando eventuais descompassos entre o desenvolvimento dos negócios enquadramento legal. E a Sandbox vem complementar esta estratégia, criando algo efetivamente estruturado e eficaz, ao contrário de iniciativas solitárias”, detalha Eduardo Sette Camara, head of acceleration na Beta-i e responsável pelo desenho e implementação das iniciativas no LISPA, citado em comunicado.

Já Pedro Castro e Silva, administrador do Banco Nacional de Angola, assegura que o projeto está assente na constatação de que a realidade angolana, do ponto de vista de soluções inovadoras, estava atrás de outros países africanos.

“Definimos dois objetivos claros: aumentar a inclusão financeira, através da tecnologia, e criar emprego, dando espaço aos inovadores para se estabelecerem no mercado. Para isso, percebemos que era também necessário promover uma comunicação aberta e transparente entre o regulador e novos players, de forma a garantir soluções mais seguras para os consumidores. Através de testes e ambientes controlados, a Sandbox surge assim para dar oportunidade a novos projetos de adequarem a sua atuação à legislação existente e avaliar mudanças na regulação, se necessário”, assinala.

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