Uma A4 Avant cheia de estilo. E muito mais tech

Não lhe falta estilo ao passear na rua, ou mesmo apenas estacionada. A A4 Avant vem carregada de glamour, mas também de muita tecnologia, tanto por dentro como debaixo do capot.

Sim, engana. E muito bem… É o A4, mas com o mais recente restyling, a Audi conseguiu dar-lhe ares de mais do que o que efetivamente é — que não é pouco. Então se estivermos a falar da Avant, ainda mais razão têm muitos daqueles que quando a veem passar na estrada a confundem com a A6 Avant. Parece estar maior, ainda que seja ilusão de ótica, mas também mais desportiva, graças às ligeiras afinações estéticas a que foi submetida. E traz motores cheios de energia.

A grelha é a estrela desta versão atualizada desta carrinha a marca das argolas. A “single frame” continua a ser a imagem da marca, mas de cada vez que os designers voltam aos sketch books sai de lá maior. É bem mais larga, mais imponente. E os faróis LED esguios ajudam-na a sobressair ainda mais. Torna a A4 Avant mais imponente, uma sensação que se tem, de resto, quando a vemos de diferentes ângulos.

Nas laterais, o entalhe ascendente que cruza as portas serve de guia para o para-choques traseiro, também ele renovado. A dupla saída de escape — uma de cada lado, num rasgo mais estético do que funcional — remata um desenho bem conseguido, capaz de permitir à nova coqueluche germânica enfrentar uma concorrência (muita dessa da mesma nacionalidade) também ela cada vez mais aguerrida.

Estilo por fora, tech por dentro…

A A4 Avant vem com os condimentos certos para ser bem-sucedida. Não lhe falta estilo ao passear na rua, ou mesmo estacionada num qualquer shopping. É, como se diz, um show stopper, com muito mérito. E dá gozo poder ver o outro lado desta carrinha, o lá de dentro. Traz tudo o que de bom a marca há muito habitou os seus clientes: conforto, qualidade e sobriedade.

Há espaço a bordo para os cinco ocupantes (e muito para a bagagem na mala de 460 litros), sendo que todos vão bem sentados em bancos em pele extremamente bem desenhados. Houve cuidado no desenho, mas também na montagem com materiais de qualidade, ainda que se possa dizer que falta um pouco de rasgo. Numa combinação vencedora não se mexe, mas pode juntar-se alguma tecnologia capaz de apelar a novos públicos.

Se a informação por detrás do volante dececiona por ser apresentada com uma configuração já algo datada — a versão ensaiada não trazia o ecrã personalizável —, ao lado, a meio do tablier temos um tablet. Na verdade, não o é, mas parece. A dimensão parece quase exagerada, mas acaba por se aceitar uma vez explorado tudo o que tem para oferecer. Da rádio a navegação, mas também aos ajustes para a condução.

… e debaixo do capot

Parte das definições estão, contudo, mais abaixo, “escondidas” ao nível do controlo de tração. É aí, por baixo dos ajustes da climatizarão, que se selecionam os diferentes modos de condução, ou se faz um personalizado. O 2.0 é sempre um bom compromisso entre desempenho e consumos, sendo um mustnum modelo que traz também o seu lado techpara debaixo do capot.

A A4 Avant 35, tal como as restantes versões da gama, todas elas diesel, conta com um sistema mild-hybrid de 12 volts, que vem dar a suavidade que se quer no trânsito, mas também aquele boost extra em estrada aberta — evitando-se uma conta pesada em termos de combustível.

Acoplados à caixa de dupla embraiagem de sete velocidades, a S Tronic, os 163 cv mostram grande fulgor, mas reduzido apetite (consumos médios em torno dos 6l/100 km). Não é uma RS4, claro, mas permite fazer o gosto ao pé direito sem queixumes, nem mesmo quando o asfalto lhe “atira” com algumas curvas e contracurvas.

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