Máscara portuguesa que “mata” vírus da Covid-19 chega a Espanha

Após ter sido lançada em Portugal, a primeira máscara com capacidade para "matar" o novo coronavírus está a ser vendida nas cadeias de supermercados do grupo Eroski em Espanha.

Pouco tempo depois de começar a ser comercializada em Portugal, a primeira máscara têxtil e reutilizável com capacidade para inativar o novo coronavírus, uma inovação portuguesa, chega agora ao mercado espanhol.

Lançada no mercado nacional no final de abril e numa altura em que já é vendida em diversos espaços no país, incluindo nas lojas dos CTT, este equipamento de proteção individual está agora a ser comercializado também nas cadeias de supermercados espanholas do grupo Eroski. Cada unidade custa 9,95 euros, um preço ligeiramente inferior aos dez euros que custa em Portugal, noticiou o El Economista.

A máscara MOxAd-Tech superou com sucesso os testes realizados pelo Instituto de Medicina Molecular João Lobo Antunes, o que levou o consórcio promotor a proclamar que esta é a primeira máscara com capacidade para “matar” o vírus que provoca a Covid-19. O grupo é composto pela fabricante Adalberto, a Mo (grupo Sonae Fashion), o próprio instituto molecular, o Centro Tecnológico das Indústrias Têxtil e do Vestuário de Portugal e a Universidade do Minho, num projeto “de cooperação entre a comunidade empresarial, académica e científica”.

Depois de realizados testes, a conclusão do consórcio foi a de que esta máscara beneficia de um revestimento inovador que neutraliza o vírus SARS-CoV-2 quando este entra em contacto com o tecido, um efeito que se mantém após 50 lavagens.

Os promotores asseguram 99% de eficácia, sendo ainda que estas máscaras inovadoras têm um “tecido com tecnologia de secagem rápida”, propriedades antimicrobianas e agem “como um escudo contra vírus e bactérias”, informou uma nota de imprensa divulgada aquando do seu lançamento. Além disso, as MOxAd-Tech permitem uma utilização interrupta de quatro horas sem perda de eficácia.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Máscara portuguesa que “mata” vírus da Covid-19 chega a Espanha

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião