Chumbados os projetos de resolução do PSD, BE, PCP e CDS-PP sobre implementação do 5G

  • Lusa
  • 16 Outubro 2020

Quatro projetos de resolução do PSD, BE, PCP e CDS-PP sobre a implementação da rede 5G (quinta geração), esta sexta-feira debatidos no parlamento, foram todos chumbados.

Os quatro projetos de resolução do PSD, BE, PCP e CDS-PP sobre a implementação da rede 5G (quinta geração), esta sexta-feira debatidos no parlamento, foram todos chumbados.

Nas recomendações feitas ao Governo, o CDS-PP defendeu a introdução de roaming em “zonas de baixa densidade“, o PSD sublinhou hoje que a sua proposta é de roaming “nas regiões atualmente desguarnecidas”, enquanto o Bloco de Esquerda (BE) e PCP defenderem a suspensão do leilão, a gestão e exploração pública do espetro e a criação de um operador de telecomunicações público.

A recomendação do CDS contou com os votos a favor do PSD, CDS, Chega e Iniciativa Liberal, enquanto o PS, BE, PCP, PAN e Verdes (PEV).

As deputadas não inscritas Joacine Katar Moreira e Cristina Rodrigues abstiveram-se na votação dos projetos de resolução do CDS-PP e PSD.

O projeto de resolução do PSD contou com os votos favoráveis deste partido, do CDS-PP, Chega e Iniciativa Liberal, com o PS, BE, PCP, PAN e PEV a votar contra.

Por sua vez, a resolução do PCP teve os votos favoráveis da esquerda e da deputada não inscrita Joacine Katar Moreira, uma abstenção da deputada não inscrita Cristina Rodrigues, e os restantes partidos (PS, PSD, CDS-PP, PAN, Chega e Iniciativa Liberal) contra.

No caso da recomendação do BE, o projeto de resolução conta com os votos a favor do BE, PCP, PEV e da deputada Joacine Katar Moreira, contra do PS, PSD, CDS, Chega, Iniciativa Liberal, e abstenção do PAN e da deputada Cristina Rodrigues.

Desde a inteligência artificial e veículos autónomos, passando pela telemedicina ou a robotização das indústrias, estas são algumas das promessas da quinta geração (5G), em que a conectividade é chave do futuro.

O processo do leilão do 5G foi suspenso em março devido à pandemia, aguardando-se agora a aprovação do regulamento final e divulgação por parte da Autoridade Nacional de Comunicações (Anacom), ainda durante este mês.

Quanto vale uma notícia? Contribua para o jornalismo económico independente

Quanto vale uma notícia para si? E várias? O ECO foi citado em meios internacionais como o New York Times e a Reuters por causa da notícia da suspensão de António Mexia e João Manso Neto na EDP, mas também foi o ECO a revelar a demissão de Mário Centeno e o acordo entre o Governo e os privados na TAP. E foi no ECO que leu, em primeira mão, a proposta de plano de recuperação económica de António Costa Silva.

O jornalismo faz-se, em primeiro lugar, de notícias. Isso exige investimento de capital dos acionistas, investimento comercial dos anunciantes, mas também de si, caro leitor. A sua contribuição individual é relevante.

De que forma pode contribuir para a sustentabilidade do ECO? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Chumbados os projetos de resolução do PSD, BE, PCP e CDS-PP sobre implementação do 5G

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião