Fundos Corum cumprem metas de rentabilidade previstas para este ano

  • ECO
  • 21 Outubro 2020

Os dois fundos que a sociedade francesa comercializa em Portugal já cumpriram as metas de rentabilidade que estavam previstas para este ano: entre os 5% e os 6%.

Os dois fundos de investimento imobiliário que a Corum comercializa em território nacional já cumpriram as metas que estavam definidas para 2020, mesmo com todos os efeitos que a pandemia trouxe à economia. Os dois produtos vão encerrar o ano com rentabilidades entre os 5% e os 6%.

O fundo Corum Origin vai fechar 2020 com uma taxa de rentabilidade de 6%, enquanto o fundo Corum XL vai terminar nos 5%, podendo, contudo, ainda alcançar os 5,5%, diz a sociedade francesa, em comunicado enviado esta quarta-feira.

O diretor da Corum em Portugal nota que há nove anos que a sociedade gestora cumpre ou supera as metas e, este ano, no meio de “tantas incertezas com a pandemia”, o objetivo vai novamente ser cumprido. “Esta performance é a prova da força dos alicerces dos nossos fundos imobiliários”, acrescenta José Gavino, citado no documento.

Os fundos da Corum investem exclusivamente no setor empresarial e, embora ambos tenham registado “solicitações de adiamento ou suspensão de rendas na sequência dos efeitos da pandemia“, estes pedidos “não tiveram impacto significativo na performance” de nenhum dos produtos. “Os valores das rendas recebidos por ambos os fundos mantiveram-se estáveis e comparáveis a níveis normais de anos anteriores”, diz a Corum.

Entre janeiro e agosto, o dividendo médio mensal por ação foi de 5,39 euros para o Corum Origin e de 0,9 euros para o Corum XL. José Gavino reconhece que “os próximos meses são de incerteza e, portanto, de risco, mas também, como muitas vezes acontece em tais situações, de oportunidades” nas quais a Corum está a “trabalhar para identificar e antecipar”.

No primeiro semestre do ano, os fundos Corum investiram mais de 300 milhões de euros na aquisição de imóveis. Só no segundo trimestre do ano, foram investidos 133 milhões de euros na compra de oito edifícios, com principal destaque para a Polónia e para a Noruega.

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