Direto “Nos próximos tempos não serão as empresas a puxar pela economia”, avisa Siza Vieira

Após uma tarde de discussão com a pontaria feita ao BE, os deputados voltam ao debate do Orçamento do Estado para 2021. A votação deverá acontecer ao final desta quarta-feira.

Foram horas e horas de negociação privada e pública entre o Governo e os seus parceiros parlamentares que culminaram na proposta do OE 2021 entregue no dia 12 de outubro. As negociações continuaram e o Governo acabou por conseguir viabilizar a passagem à fase da especialidade, a qual deverá concretizar-se na votação na generalidade desta quarta-feira com a abstenção anunciada pelo PCP, PAN, PEV e as duas deputadas não inscritas. Porém, pelo caminho ficou o BE que votou contra, tendo sido o alvo preferencial do PS durante o primeiro dia da discussão do OE. Esta quarta-feira o debate entre os deputados continua, antes de votarem.

Acompanhe aqui em direto:

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

“Nos próximos tempos não serão as empresas a puxar pela economia”, avisa Siza Vieira

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião