BCP e Galp Energia mantêm Lisboa na linha de água

A bolsa nacional abriu a última sessão da semana sem uma tendência definida, estando a cotar na linha de água, penalizada pelo BCP e Galp Energia, tal como na sessão anterior.

Depois de ter encerrado no vermelho na última sessão, a bolsa de Lisboa abriu na linha de água esta manhã, seguindo sem uma tendência definida. A manter o índice acima da linha de água está, sobretudo, o setor da energia, enquanto os títulos do BCP e da Galp Energia continuam a fazer pressão sobre o índice, tal como na sessão anterior.

O PSI-20 está a subir 0,04% para 4,608.85 pontos, mas já esteve a perder exatamente a mesma percentagem. Isto depois de ter perdido cerca de 0,5% na última sessão, ponto fim a quatro dias consecutivos de ganhos. Entre as 18 cotadas nacionais, o cenário divide-se em metades semelhantes para as cotadas que estão a subir e para as que estão em queda.

A manter o índice de referência nacional acima da linha de água está o setor energético. A EDP soma 0,18% para 4.538 euros, enquanto a EDP Renováveis avança 0,12% para 17,32 euros. A REN mantém-se inalterada.

Ainda nos ganhos, destaque para os CTT que avançam 1,95% para 0,1256 euros, depois de terem sido um dos principais títulos penalizadores do PSI-20 na última sessão.

No lado oposto, e a pressionar o índice, continuam a estar as ações da Galp Energia, que perdem 0,86% para 9,418 euros — numa altura em que o preço do barril do petróleo continua em queda nos mercados internacionais –, e o BCP que desvaloriza 0,84% para 0,1178 euros.

Destaque ainda para o setor do retalho, com a Jerónimo Martins a cair 0,35% para 14,075 euros, enquanto a Sonae desvaloriza 0,52% para 0,6725 euros.

Lisboa acompanha, assim, a tendência de perdas que se observa no resto da Europa, depois de ter sido apertado o escrutínio à eficácia da vacina contra o coronavírus da AstraZeneca. Com estas notícias, os investidores receiam que possa haver atrasos na sua disponibilização. O Stoxx-600 está a recuar 0,09% para 391.26 pontos, acompanhado pelo espanhol Ibex-35 que cai 0,3% e pelo italiano FTSE que desvaloriza 0,5%.

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