Web Summit from home: o que não perder no 1.º dia

  • ECO
  • 2 Dezembro 2020

Mais de 800 oradores "sobem" aos palcos do Web Summit nos próximos três dias. Selecionamos o que não pode mesmo perder na primeira edição totalmente online do evento.

O dia de estreia do primeiro Web Summit 100% digital será uma maneira de revermos Paddy Cosgrave, que abre os trabalhos ao meio-dia com a sessão de boas-vindas, acompanhado do primeiro-ministro António Costa e do presidente da Câmara de Lisboa Fernando Medina. Mas isso é só o início.

Durante toda a tarde, dezenas de oradores circularão entre os cinco “palcos” virtuais. A presidente da Comissão Europeia Ursula von der Leyen explica, em 20 minutos (das 12h10 e as 12h30, no Canal 1 da plataforma), a sua visão para a Europa na conferência “Uma Europa para toda a gente”. No mesmo canal, às 12h30, o realizador e produtor Ridley Scott fala sobre uma “Democracia digital com um propósito”, acompanhado por Luís Neves, CEO da Global Sustainability Initiative e pelo secretário de Estado da Transição Digital André de Aragão Azevedo, numa conversa moderada pela jornalista da BBC Dearbhla Gavin.

Às 13h10, no Canal 2 – Creators, os profissionais de media Michael Peters (CEO da Euronews), Justin Smith (CEO da Bloomberg Media) e Leisha Chi-Santorello (editora na BBC) conversam sobre o negócio competitivo e destemido que é dar notícias em 2020. “Have we got news for you” é uma oportunidade de ouvir algumas das mais preponderantes vozes de meios de comunicação social atuais.

Marcada para as 14h00 no canal “Roundtables” está a conversa entre Yves Bernaert e Frank Plastina. Os dois responsáveis da Accenture falam sobre “Cloud and systems: operating in a new reality”.

“Investir no clima do futuro” é o tema de discussão que nos leva de volta ao Canal 1 do Web Summit às 14h55: Juan de António, CEO da Cabify, está à conversa com a diretora de sustentabilidade da Amazon Kara Hurst e com Nigel Topping, high level climate champion da COP26 e a coordenar trabalhos com governos e outros parceiros para a United Nations Framework Convention sobre as alterações climáticas.

O canal 5, dedicado inteiramente ao ecossistema português e aos seus parceiros, arranca às 14h00. Para as 14h45 está marcada a conversa “Portugal’s network for planet regeneration“, que conta com Ana Salcedo (Zero Waste Lab), Gil Penha Lopes (Ecolise) e Pedro São Simão (Portuguese Plastics Pact), e será moderada pela jornalista do ECO Mariana de Araújo Barbosa.

De seguida, para as 15h30, também no Canal 1, o vice-presidente executivo da Comissão Europeia Frans Timmermans está à conversa com a jornalista do ECO, Mariana de Araújo Barbosa, sobre “O futuro da Europa é verde”.

A antiga presidente do Chile Michelle Bachelet, agora Alta Comissária para os Direitos Humanos nas Nações Unidas, está à conversa com o jornalista da Reuters Simon Robinson sobre “Direitos humanos na era digital” às 18h30 no Centre Stage (Canal 1).

O dia termina às 20h15, no Canal 1 – Centre com a conversa entre a atriz e fundadora do The Goop, Gwyneth Paltrow, e Nicole Quinn, partner da Lightspeed Ventures sobre investimento, fundar empresas e tudo o que está entre uma e outra coisa.

O jornalismo continua por aqui. Contribua

Sem informação não há economia. É o acesso às notícias que permite a decisão informada dos agentes económicos, das empresas, das famílias, dos particulares. E isso só pode ser garantido com uma comunicação social independente e que escrutina as decisões dos poderes. De todos os poderes, o político, o económico, o social, o Governo, a administração pública, os reguladores, as empresas, e os poderes que se escondem e têm também muita influência no que se decide.

O país vai entrar outra vez num confinamento geral que pode significar menos informação, mais opacidade, menos transparência, tudo debaixo do argumento do estado de emergência e da pandemia. Mas ao mesmo tempo é o momento em que os decisores precisam de fazer escolhas num quadro de incerteza.

Aqui, no ECO, vamos continuar 'desconfinados'. Com todos os cuidados, claro, mas a cumprir a nossa função, e missão. A informar os empresários e gestores, os micro-empresários, os gerentes e trabalhadores independentes, os trabalhadores do setor privado e os funcionários públicos, os estudantes e empreendedores. A informar todos os que são nossos leitores e os que ainda não são. Mas vão ser.

Em breve, o ECO vai avançar com uma campanha de subscrições Premium, para aceder a todas as notícias, opinião, entrevistas, reportagens, especiais e as newsletters disponíveis apenas para assinantes. Queremos contar consigo como assinante, é também um apoio ao jornalismo económico independente.

Queremos viver do investimento dos nossos leitores, não de subsídios do Estado. Enquanto não tem a possibilidade de assinar o ECO, faça a sua contribuição.

De que forma pode contribuir? Na homepage do ECO, em desktop, tem um botão de acesso à página de contribuições no canto superior direito. Se aceder ao site em mobile, abra a 'bolacha' e tem acesso imediato ao botão 'Contribua'. Ou no fim de cada notícia tem uma caixa com os passos a seguir. Contribuições de 5€, 10€, 20€ ou 50€ ou um valor à sua escolha a partir de 100 euros. É seguro, é simples e é rápido. A sua contribuição é bem-vinda.

Obrigado,

António Costa
Publisher do ECO

5€
10€
20€
50€

Comentários ({{ total }})

Web Summit from home: o que não perder no 1.º dia

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião