Transações da Revolut disparam 46% na Black Friday

Na Black Friday foram realizadas mais de 100 mil transações através dos cartões da Revolut. Amazon, Aliexpress, Apple e Zara foram as principais escolhas dos portugueses.

As restrições à circulação levaram os consumidores em Portugal a comprar mais online na Black Friday, que este ano foi também alargada por muitas lojas e marcas com o objetivo de minimizar as perdas causadas pela pandemia. E os consumidores reagiram como esperado: as transações online da Revolut dispararam 46% este ano, quando comparado com o ano passado.

Dados da fintech — que conta com mais de meio milhão de clientes em Portugal — indicam que, entre 26 e 30 de novembro, foram registados mais de 100 mil pagamentos, apenas em operações online, em comparação com o mesmo período do ano passado. O número de pagamentos com cartões Revolut em comércio eletrónico foi quase 1,5 vezes superior ao do período homólogo.

A Revolut explica, em comunicado, que o facto de muitas marcas disponibilizarem descontos ao longo de toda a semana provocou ainda uma diluição no pico de transações ao longo dos dias analisados. Contudo, só na sexta-feira, dia 27 de novembro, a subida foi de 38% face à Black Friday de 2019, assinalada a 29 de novembro de 2019.

Os principais retalhistas sobre os quais recaíram as escolhas dos portugueses foram: a Amazon, o Aliexpress, a Apple e a Zara. Já o pico das transações durante a Black Week ocorreu às 22h00. A faixa etária da maioria dos compradores (39%) situou-se entre 25 e os 34 anos, seguindo-se a faixa etária entre os 35 e os 44 anos, com 25% do total de transações ao longo deste período.

Além de terem feito mais transações, os consumidores em Portugal estão mais conscientes dos riscos de burlas e fraudes online. Para se salvaguardarem, criaram mais de 22 mil cartões virtuais na sexta-feira. De acordo com a Revolut, “os cartões virtuais e os cartões virtuais descartáveis oferecem uma camada extra de segurança para as compras online, dado que são de uso único, o que dificulta o acesso ao dinheiro, mesmo que consigam descobrir os detalhes do cartão”.

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