Compra de vacinas à margem da UE “não pode pôr em causa encomendas conjuntas”, defende Temido

  • ECO
  • 8 Janeiro 2021

A ministra da Saúde argumenta que os Estados-membros não devem colocar em risco as encomendas conjuntas da União Europeia de vacinas contra a Covid-19.

A ministra da Saúde defende que acordos à margem da União Europeia (UE) para a compra de vacinas contra a Covid-19 não podem pôr em causa as encomendas conjuntas. Marta Temido argumenta que a UE deve ter em vista uma abordagem conjunta no combate à pandemia, tanto quanto é possível.

Apesar de admitir que os Estados-membros podem tomar passos individuais, se o acharem necessário, a ministra da Saúde sublinhou que negócios à parte para as vacinas não podem “correr nenhum risco” de prejudicar o que já tinha sido acordado nas aquisições conjuntas, em entrevista à Reuters (acesso livre, conteúdo em inglês).

Estas declarações chegam numa altura em que alguns países criticam a demora da UE na vacinação, desenvolvendo planos para a compra de vacinas à parte. Tanto a Alemanha como a Dinamarca, por exemplo, estão a avançar com a aquisição de doses adicionais de vacinas, o que contraria a estratégia conjunta do bloco.

Ainda assim, foi anunciado esta sexta-feira que a União Europeia comprou mais 300 milhões de doses de vacinas contra o novo coronavírus desenvolvidas pela farmacêutica Pfizer, em conjunto com a BioNTech. Com esta aquisição, o bloco comunitário duplica o valor acordado inicialmente com a empresa.

(Notícia atualizada às 11h55)

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