Edição de janeiro da Advocatus já nas bancas

Na Advocatus de janeiro pode ler o balanço da Summit Lisboa, um especial sobre cibersegurança e todos os pormenores da operação da TAP na rubrica negócio do mês.

Após duas edições em Lisboa e uma na cidade do Porto, a Advocatus Summit esteve de volta à capital portuguesa para uma edição mais digital. Devido à pandemia, a 3.ª edição foi transmitida via online durante duas semanas e contou com três painéis, cinco talks e uma entrevista, com o patrocínio da Abreu Advogados, Cerejeira Namora, Marinho Falcão & Associados, CMS Rui Pena & Arnaut, Cuatrecasas, Miranda & Associados, Morais Leitão, PLMJ, PRA-Raposo, Sá Miranda & Associados, Serra Lopes, Cortes Martins & Associados, Sérvulo & Associados, SRS Advogados e Vieira de Almeida.

Em debate estiveram diversos temas como as consequências da Covid-19 no setor da advocacia e empresarial, o novo regime das PPP’s, o teletrabalho, a transição energética, a atração de investimento estrangeiro em Portugal no setor imobiliário, e o tema da contratação pública. Leia na nova edição da revista o balanço.

Advocatus Summit Lisboa 2020 - 10NOV20A Advocatus foi tentar perceber junto das principais sociedades quais as suas áreas mais rentáveis. Mas sem sucesso: as firmas fecharam-se e não comentaram. Ainda assim, a CMS Rui Pena & Arnaut – a única a responder – destacou Corporate, Laboral, Contencioso & Arbitragem e Energia.

Os cibercrimes aumentaram durante a pandemia e as empresas encaram ainda mais desafios tecnológicos e digitais para os combater. Desde formações à adoção de sistemas, advogados fizeram uma análise do panorama e deixaram alguns alertas.

A Vieira de Almeida assessorou o Estado Português no contexto de um de auxílio à TAP e na aquisição de 22,5% do capital social da transportadora aérea. A PLMJ esteve com a transportadora aérea. TTR elegeu esta como a “operação do mês” no final de 2020. Descubra todos os pormenores da operação na rubrica negócio do mês da 122.ª edição.

Joana Cunha D’Almeida é a advogada do mês desta edição. A sócia da Antas da Cunha ECIJA esteve à conversa com a Advocatus e fez uma análise da proposta do Orçamento de Estado para 2021, designando-o como o “Orçamento da fiscalidade oculta”. Para a advogada, o sistema judiciário é tão “pesado” e “antiquado” que não basta implementar soluções digitais nos tribunais. E acrescenta que os advogados fiscalistas não são, por natureza, “advogados de barra”.

Joana Cunha D'Almeida, sócia da Antas da Cunha ECIJA, em entrevista ao ECO/Advocatus - 25NOV20
Joana Cunha D’Almeida, sócia da Antas da Cunha ECIJAHugo Amaral/ECO

Com a garantia que os próximos anos serão de grande investimento na SPS, Pedro Malta da Silveira, managing partner, assegura que a desmaterialização, flexibilidade e interdisciplinaridade são os grandes desafios para a advocacia. Numa sociedade onde as mulheres dominam os cargos, o ano de 2021 vai ser de apostas, apesar do abalo da faturação com a pandemia. Descubra todos os pormenores na rubrica sociedade do mês.

A Advocatus de janeiro encontra-se já bancas. Assine a revista aqui.

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