Fazer login? Redes sociais ganham força como método de autenticação

O método de autenticação mais popular na Europa continua a ser o login simples através do nome de utilização e da palavra-chave da conta a que se pretende aceder. Mas as redes sociais estão a crescer.

Numa altura em que as preocupações com a segurança online são cada vez maiores, na medida em que há um cada vez maior número de operações realizadas, a autenticação da identidade dos utilizadores ganha uma nova dimensão. O login com nome de utilizador e palavra-chave é o método mais habitual, mas está a crescer o recurso à confirmação de identidade através das redes sociais.

Dados divulgados esta terça-feira pelo Eurostat mostram como o login por via das redes sociais é a terceira forma de autenticação mais utilizada no contexto da União Europeia, com 34% dos utilizadores a socorrer-se da mesma. Esta ferramenta apresenta uma expressão ainda maior em Portugal, com 37% dos utilizadores a confirmarem a sua identidade por essa via. É na Dinamarca que se verifica um maior recurso a esta metodologia (52%), acontecendo precisamente o oposto na Lituânia (20%).

Por outro lado, a confirmação da identidade dos utilizadores com recurso ao telemóvel, nomeadamente por via da receção de um código através de uma mensagem, é a segunda forma mais comum de autenticação tanto na média dos 27 Estados-membros, como em Portugal. A percentagem de indivíduos que recorreram a este tipo de procedimentos como forma de confirmar a sua identidade para aceder aos mais diversos serviços online fixa-se, em ambos os casos, nos 46%.

Este apresenta-se como um procedimento que, dentro da União Europeia, apresenta uma maior popularidade na Dinamarca (76%), nos Países Baixos (74%) e na República Checa (73%). Por oposição, é na Bulgária (9%), Roménia (14%), Grécia e Lituânia (ambos com 22%) que se registou uma menor adesão a esta forma de autenticação.

Ainda assim, o método de identificação mais popular na União Europeia continua a ser o login simples através do nome de utilizador e da palavra-chave da conta a que se pretende aceder, com três em cada quatro pessoas a terem iniciado a sua sessão em serviços online desta forma. Em Portugal, tal percentagem baixa para os 60%, sendo nos Países Baixos (91%) e na Roménia (45%) identificados os valores mais extremados neste contexto.

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