Passos Coelho “não é passado, é presente”, diz Carlos Carreiras

  • ECO
  • 25 Fevereiro 2021

O presidente da Câmara de Cascais afirma que se Passos Coelho quisesse voltar à política, iria apoiá-lo. Ao mesmo tempo, acusa Rui Rio de “desrespeitar” os estatutos do partido.

O presidente da Câmara de Cascais veria com bons olhos um retorno de Pedro Passos Coelho à liderança do PSD, ao mesmo tempo que tece críticas ao atual líder, Rui Rio. Em entrevista conjunta ao Público (acesso livre) e à Rádio Renascença (acesso livre), Carlos Carreiras diz que Portugal “não pode desperdiçar um homem com as capacidades” de Passos Coelho. Contudo, nota que este não um momento para pressões.

Estaria na primeira fila, quando, e a que lugar, Passos Coelho quiser concorrer, porque acho que lhe devo isso, não enquanto militante do PSD, mas enquanto português”, disse o autarca, referindo-se ao social-democrata como “um grande estadista”, que “teve de ultrapassar dificuldades monstruosas”, “sempre na defesa dos superiores interesses da República”.

“Passos Coelho não é o passado, é o presente”, acrescentou Carlos Carreiras, referindo-se a Passos Coelho como um “homem novo”. E explica: “Seria desejável que houvesse uma geração mais nova que se apresentasse, porque o mundo está diferente”.

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