EY quer inspirar estudantes talentosas a desenvolverem carreira no setor de corporate finance

A EY elegeu a primeira EY Corporate Finance Woman, uma "forma de, no contexto universitário, inspirar estudantes talentosas a desenvolverem uma carreira de sucesso" numa área com pouca diversidade".

A EY Portugal elegeu, pela primeira vez, a EY Corporate Finance Woman of the Year, uma forma de, em contexto universitário, a consultora identificar mulheres de elevado potencial para desenvolverem uma carreira em strategy and transactions. A vencedora da competição foi Sofia Geraldo, da Nova School of Business and Economics, que participará na competição global da EY, em abril. Além disso, a estudante recebeu também a oportunidade de fazer um estágio remunerado na consultora.

Beatriz Faria, da Faculdade de Economia da Universidade do Porto, e Adriana Lourenço, do ISCTE Business School, ganharam os segundo e terceiro lugares, respetivamente, conseguindo também um estágio remunerado na multinacional.

“A paridade de género é algo que levamos muito a sério na EY Portugal e em que verdadeiramente nos empenhamos no âmbito da nossa política de D&I. É logo desde o início que queremos promovê-la e acelerá-la”, começa por dizer Miguel Farinha, head of strategy and transactions na EY Portugal. “Acreditamos que esta competição é uma excelente forma de, no contexto universitário, inspirar estudantes talentosas a conhecerem e a desenvolverem uma carreira de sucesso numa área onde ainda existe uma grande desigualdade entre homens e mulheres“, acrescenta o responsável pela competição.

Acreditamos que esta competição é uma excelente forma de, no contexto universitário, inspirar estudantes talentosas a conhecerem e a desenvolverem uma carreira de sucesso numa área onde ainda existe uma grande desigualdade entre homens e mulheres.

Miguel Farinha

Head of strategy and transactions na EY Portugal

“A competição EY Corporate Finance Woman of the Year deu-me a oportunidade de conhecer o trabalho desenvolvido pela área de Transactions da EY e de descobrir uma carreira na intersecção dos serviços de estratégia e transações. Ao participar nesta competição, pude interagir com jovens motivadas a construir carreiras com impacto e uma equipa de profissionais dedicados que nos orientaram ao longo dos vários desafios”, diz Sofia Geraldo, citada em comunicado.

“A competição internacional vai ser uma oportunidade de representar Portugal e trabalhar com talento global para desenhar soluções estratégicas que permitam às empresas gerar valor e crescer de forma sustentável. Espero que a minha experiência possa motivar outras futuras profissionais a abraçar esta oportunidade e seguir uma carreira em corporate finance, acrescenta.

Ao todo, a EY recebeu 59 candidaturas para o concurso. Posteriormente, foram selecionadas 23 candidatas para a fase seguinte, realizando um vídeo entrevista e um statement de motivação. Dessas candidatas, foram escolhidas sete finalistas que participaram na competição local, onde desenvolveram business cases na área de corporate finance. O balanço é bastante positivo, não apenas em termos quantitativos mas também qualitativos. “Recebemos candidaturas das principais universidades portuguesas, de estudantes com excelentes performances académicas e com várias atividades e experiências extracurriculares”, conta o responsável pela competição.

Mas não só as vencedoras ganharam. “Além das vencedoras, a maioria das candidatas irá prosseguir no processo de recrutamento para integração na EY, no âmbito do Programa New EYers, devido à capacidade que demonstraram, já na fase de competição, para resolver problemas complexos em corporate finance”, avança.

Corporate finance, “cargos escassos e difíceis de alcançar”

Ainda antes do lançamento da competição, a EY realizou um estudo para perceber as principais razões do fosso de género que existe nesta área, tendo concluído que “existe a perceção junto dos estudantes de que os cargos de corporate finance são escassos e difíceis de alcançar, com as mulheres tendencialmente a concorrerem a cargos ou setores que oferecem mais posições”, diz Miguel Farinha.

Miguel Farinha é head of strategy and transactions na EY Portugal

Por isso mesmo, o responsável pela competição e head of strategy and transactions, considera que existe necessidade de esclarecer, bem como de desenvolver iniciativas neste sentido. “Criar maior awareness desde cedo sobre a área e os seus desafios é uma delas, e esta competição é uma excelente oportunidade para o fazer”, afirma, salientando que existem outras iniciativas na empresa que envolvem a partilha de experiências de mulheres que estão a desenvolver carreiras de sucesso em corporate finance, bem como a monitorização de indicadores-chave de desempenho de género nos vários níveis de carreira.

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