Papeleiras e Sonae puxam por bolsa de Lisboa

A bolsa de Lisboa fechou a sessão a valorizar 0,82%, em linha com as restantes praças europeias. Os ganhos da Altri e Navigator, bem como da Sonae puxaram pelo PSI-20.

A bolsa de Lisboa terminou a última sessão da semana em terreno positivo, acompanhando a tendência da generalidade das praças europeias. A contribuir para o desempenho positivo do PSI-20 estiveram os ganhos das papeleiras, bem como da Sonae.

Pela Europa, o Stoxx 600 ganhou 0,7% a par com o britânico FTSE 100 e o espanhol IBEX-35, enquanto alemão DAX e o francês CAC-40 somaram 0,8%. Lisboa acompanhou o sentimento vivido pelas congéneres europeias. O PSI-20 fechou a sessão a ganhar 0,82% para 5.146,71 pontos, com 11 das 18 cotadas em terreno positivo e sete no “vermelho”.

A contribuir para o desempenho positivo do índice de referência nacional estiveram as cotadas ligadas ao setor da pasta e do papel, bem como a Sonae. Nas papeleiras, a Altri somou 2,77% para os 5,75 euros, enquanto que a Navigator valorizou 2,85% para 2,96%. Em contrapartida, a Semapa recuou 0,34% para 11,66 euros.

Ao mesmo tempo, os títulos da Sonae dispararam 3,46% para os 82,15 cêntimos.

Nesta sessão, nota positiva também para o setor energético. No grupo EDP, a subsidiária EDP Renováveis somou 1,30% para 18,76 euros, enquanto a “casa mãe” valorizou 0,69% para 4,75190 euros. Já a Galp Energia subiu 0,25% para os 9,6680 euros, beneficiando da subida das cotações de petróleo nos mercados internacionais. O Brent, de referência europeia, ganha 0,23% para os 72,70 dólares, ao passo que o WTI está a somar 0,65% para os 70,76 dólares, em Nova Iorque. A REN avançou 0,22% para 2,28 euros.

Entre os “pesos pesados” destaque ainda para a Nos e a Jerónimo Martins. A empresa de telecomunicações somou 0,53% para 3,01 euros, ao passo que a retalhista dona do Pingo Doce ganhou 0,13% para 15,84%.

Em contraciclo, e a pesar no índice de referência nacional estiveram os títulos do BCP. As ações do banco liderado por Miguel Maya recuaram 0,13% para 15,66 cêntimos por ação. Nota negativa ainda para a Ramada e para a Novabase, que foram as cotadas que mais recuaram, ao desvalorizar 1,61% e 1,69%, respetivamente.

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