Farmácias já receberam mais de meio milhão de autotestes à Covid

Desde o início de abril, os distribuidores farmacêuticos já entregaram mais de 500 mil de autotestes às farmácias portuguesas, revela a  ADIFA - Associação de Distribuidores Farmacêuticos.

Os distribuidores farmacêuticos já entregaram mais de meio milhão de autotestes às farmácias portuguesas, desde que estes testes passaram a ser comercializados nas farmácias e parafarmácias à população em geral, no início de abril.

“Desde que a estratégia nacional de testes ao SARS-CoV-2 passou a permitir a utilização de autotestes pelos cidadãos, os distribuidores farmacêuticos de serviço completo já distribuíram mais de 500 mil autotestes Covid-19 às farmácias comunitárias“, informa a ADIFA – Associação de Distribuidores Farmacêuticos, em comunicado divulgado esta segunda-feira.

Além disso, a associação salienta que o setor da distribuição farmacêutica continua a responder a mais uma exigência da pandemia, disponibilizando os autotestes às farmácias comunitárias em todo o país, e, por conseguinte, às populações.

No início de abril, o Governo permitiu que os testes rápidos antigénio pudessem ser adquiridos por pessoas com mais de 18 anos, sem a supervisão de um profissional de saúde, nas farmácias ou outros locais autorizados à venda de medicamentos não sujeitos a receita médica, na sequência de regime excecional aprovado pelo Executivo. Na altura Infarmed, INSA e Direção-Geral da Saúde (DGS) emitiram uma norma a definir como é que os resultados deveriam ser comunicados pelos cidadãos.

Contudo, só a 20 de maio entrou em funcionamento a plataforma online que permite aos cidadãos reportarem os resultados dos autotestes. Até então, os utentes apenas podiam comunicar os resultados positivos ou inconclusivos a partir da linha SNS 24. Segundo as recomendações das autoridades de saúde, os utentes que tenham um teste positivo ou inconclusivo devem, depois de registarem na plataforma o resultado do teste, contactar a linha SNS24 e seguir as orientações emanadas pelos profissionais de saúde. Já no caso do resultado ser negativo, os utentes devem apenas comunicar o resultado na plataforma online.

Só no início deste mês, é que os autotestes passaram a integrar a estratégia nacional de testagem. No entanto, na atualização à norma, publicada a 7 de junho, a DGS sublinha que sua utilização não substitui, mas complementa, a utilização dos restantes testes laboratoriais para SARS-CoV2, pelo que “não devem ser considerados como testes de diagnóstico em pessoas com suspeita de infeção por SARS-CoV-2 (pessoas sintomáticas) ou pessoas com contactos com casos confirmados de Covid-19”.

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