Da imunidade de grupo à recuperação económica. Conheça as 5 prioridades de Costa

Atingir a imunidade de grupo, reforçar o SNS, recuperar as aprendizagens, executar uma agenda do trabalho digno e com direitos e recuperar a economia completam as cinco prioridades do Governo.

No arranque do debate do Estado da Nação, o primeiro-ministro, António Costa, elencou as cinco prioridades para o país. Atingir a imunidade de grupo em agosto, reforçar o Serviço Nacional de Saúde (SNS), recuperar as aprendizagens das crianças e jovens, executar uma agenda do trabalho digno e com direitos e recuperar a economia estão entre as principais prioridades do Governo.

A primeira prioridade é completar o plano de vacinação, com o objetivo de atingir a imunidade de grupo no início de agosto. Para além desta meta ambiciosa, o primeiro-ministro quer 570 mil crianças acima dos 12 anos vacinadas até 19 de setembro.

De acordo com António Costa, a segunda prioridade do Governo é reforçar o SNS com a vinculação de profissionais de saúde e com o investimento de 1.383 milhões de euros, através do Programa de Recuperação e Resiliência (PRR) que vai permitir “reforçar os programas de saúde mental e oral, criar unidades móveis para prestação de cuidados de saúde nas zonas de baixa densidade populacional” e ainda reforçar os hospitais com 1.500 camas de cuidados continuados e 400 para cuidados paliativos.

A terceira prioridade passa pela recuperação das aprendizagens, depois do impacto da pandemia no ensino das crianças e jovens. Costa anunciou um reforço de 900 milhões de euros nos próximos dois anos para garantir que ensino dos jovens não fique irremediavelmente afetado pela pandemia.

Executar uma agenda do trabalho digno e com direitos é a quarta prioridade do Governo. “Todo o trabalho tem de ser reconhecido e protegido com dignidade”, disse António Costa, apontando às empresas de trabalho temporário que podem ser empresas de flexibilidade laboral mas não de precariedade.

A quinta prioridade do Executivo passa pela recuperação económica. António Costa anunciou que o Governo terá “40 mil milhões de euros ao serviço da transformação da nossa economia e da nossa sociedade”. O primeiro-ministro adiantou que vai apresentar, em setembro, à Comissão Europeia a proposta para o acordo de parceria e até final do ano todos os programas operacionais para arrancar com a execução no início do próximo ano dos 22,3 mil milhões de euros do Portugal 2030.

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