Apple só regressa aos escritórios em 2022

  • Carolina Bento
  • 20 Agosto 2021

Aumento dos casos de Covid-19 e preocupação acerca do surgimento de novas variantes motivaram a um novo adiamento do regresso ao trabalho presencial para os trabalhadores da Apple.

A Apple voltou a adiar o regresso ao trabalho presencial até janeiro de 2022, avançou esta sexta-feira a Bloomberg. Este novo recuo significa que os funcionários da empresa norte-americana vão estar em teletrabalho durante quase dois anos desde que a pandemia começou.

A equipa de recursos humanos, liderada por Deirdre O’Brien, enviou uma missiva aos seus funcionários a informá-los de que o regresso aos escritórios — primeiro agendado para início de setembro e depois adiado para outubro — afinal, só vai acontecer para o próximo ano, em janeiro. A razão para este novo adiamento prende-se com o aumento dos casos de Covid-19 e preocupações acerca do surgimento de novas variantes do vírus.

A notificação afirma que a empresa não vai fechar as suas lojas e escritórios e apela a que todos os funcionários se vacinem, apesar de não exigir testes e certificados de vacinação obrigatórios.

A tecnológica tem reforçado a sua campanha de testagem três vezes por semana aos funcionários, mesmo que em teletrabalho, segundo a Bloomberg.

Antes deste novo adiamento, estava previsto que os funcionários regressassem a um “novo normal”, num regime misto: o trabalho presencial seria, pelo menos, três dias por semana, às segundas, terças e quintas; e teletrabalho às quartas e sextas.

A decisão da companhia surge num momento em que muitas empresas nos Estados Unidos têm já vindo a anunciar planos de regresso ao escritório ou novos modelos de trabalho mais flexíveis.

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