LinkedIn permite trabalho remoto de forma mais permanente

O líder da rede social decidiu permitir que os colaboradores escolham entre trabalho presencial no escritório e trabalho remoto (ou ambos), oferecendo flexibilidade ao mais alto nível.

O CEO do LinkedIn, Ryan Roslansky, decidiu permitir que os seus colaboradores escolham entre trabalho presencial no escritório e trabalho remoto (ou ambos). Isto numa base permanente, não apenas durante a pandemia da Covid-19. Os funcionários poderão, desta forma, passar a trabalhar remotamente de uma forma mais permanente, se assim o pretenderem.

“Aprendemos que cada indivíduo e cada equipa trabalha de forma diferente, por isso estamos a afastar-nos de uma política one-size-fits-all“, afirma Ryan Roslansky, citado pelo New York Business Journal (acesso livre, conteúdo em inglês).

Esta decisão não significa, porém, que a empresa feche escritórios. Todos os espaços deverão ser mantidos, dando a estrutura necessária a um modelo de trabalho que se pretende que seja híbrido, com abertura e flexibilidade.

“Continuamos a investir em locais de trabalho surpreendentes para todos os dias de trabalho e para aqueles momentos em que as nossas equipas se juntam”, alerta o líder da rede social profissional, acrescentando que 87% dos 16.000 colaboradores a tempo inteiro disseram que gostariam de ir ao escritório algumas vezes.

“Estamos a abraçar a flexibilidade com papéis híbridos e remotos, esperando que mais pessoas escolham o remoto do que antes da Covid e eliminando a expectativa de estar no escritório 50% do tempo”, finaliza.

O LinkedIn toma, assim, uma decisão diferente daquelas que já avançaram algumas tecnológicas. A Apple, por exemplo, estabeleceu um plano mais rígido de regresso ao escritório, exigindo que os trabalhadores vão ao local de trabalho três dias por semana. Um modelo que, segundo escreve a publicação norte-americana, já levou mesmo alguns colaboradores a pedir à empresa uma abordagem mais flexível.

a Google poderá reduzir o salário dos colaboradores que, antes da pandemia, trabalhavam no escritório e que, agora, escolham o modelo 100% remoto e passem a trabalhar a partir de outra cidade — que não aquela onde está localizado o escritório. Alguns funcionários falam de cortes que superam os 10%.

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