Nas notícias lá fora: Criptomoedas, poluição e turismo

Plataformas das moedas virtuais têm de ser reguladas para sobreviverem. A poluição do ar já mata mais do que o tabaco, acidentes de viação e o HIV/Sida. Europa continua aberta ao turismo americano.

A imprensa internacional dá destaque à necessidade de regulação das plataformas de criptomoedas, nos Estados Unidos, para a sua sobrevivência. A nível transnacional, um estudo prova que a poluição aérea está a matar milhares de pessoas, especialmente na Índia. Em Espanha, a ministra da Transição Ecológica destaca os “lucros excessivos” das empresas elétricas, enquanto dos consumidores se vêm a braços com uma grande inflação nos preços da energia. Por outro lado, a Europa continua aberta ao turismo norte-americano, mesmo com a última recomendação da União Europeia face a viagens não essenciais para o país. E, por falar nos Estados Unidos, a Turquia está a construir um edifício inspirado no Pentágono.

Financial Times

Plataformas de criptomoedas precisam de regulação para sobreviver

O presidente da SEC, o equivalente à CMVM dos EUA, alerta que as plataformas de negociação de criptomoedas estão a colocar a sua própria sobrevivência em risco, a menos que passem a operar dentro da estrutura regulatória do país. Com uma valor de mercado avaliado já em dois biliões de dólares em todo o mundo, para Gary Gensler as criptomoedas estão num patamar em que “que se tiverem alguma relevância daqui a cinco ou 10 anos, terão de estar num mercado regulado”. “A história diz-nos que não durarão fora”, aponta em declarações ao FT.

Leia a notícia completa no Financial Times (acesso condicionado, conteúdo em inglês).

The Guardian

Poluição do ar está a tirar a vida a milhares de milhões de pessoas, alerta relatório

A poluição do ar está a reduzir a vida a milhares de milhões de pessoas em até seis anos, de acordo com um novo relatório, tornando-se uma causa de morte muito mais relevante do que fumar, acidentes de carro ou até o HIV/Sida. Segundo os investigadores, a queima de carvão é a principal responsável, sendo a Índia o país mais afetado. A China tem vindo a reduzir a poluição do ar nos últimos sete anos, mas a poluição ainda está a diminuir a esperança média de vida em 2,6 anos.

Leia a notícia completa no The Guardian (acesso livre, conteúdo em inglês)

The Wall Street Journal

Europa continua aberta ao turismo norte-americano

Apesar da recomendação da União Europeia para evitar as viagens não essenciais aos Estados Unidos, muitos países europeus continuam abertos ao turismo norte-americano. Pelo menos, por agora. Espanha e Grécia disseram que iriam continuar a aceitar turistas norte-americanos durante as próximas semanas. França e Itália também não têm planos imediatos de restringir entradas de viajantes dos Estados Unidos. Na maioria dos casos, até permitem que os turistas norte-americanos não façam quarentena, se provarem que foram vacinados contra a Covid-19, que recuperaram da doença ou que testaram negativo ao aterrarem.

Leia a notícia completa no The Wall Street Journal (acesso pago, conteúdo em inglês)

Business Insider

Turquia está a construir a sua própria versão do Pentágono

O país liderado por Erdogan está a construir uma versão turca do Pentágono norte-americano. Chama-se “Estrela Ascendente” e tem o objetivo de “provocar medo” nos inimigos e “confiança” aos aliados da Turquia. O complexo terá mais de 12 milhões de metros quadrados e vai empregar 15 mil pessoas. Por comparação, o Pentágono norte-americano tem cerca de 6 milhões de metros quadrados de área. A construção do projeto vai estar concluída em maio de 2023.

Leia a notícia completa no Business Insider (acesso pago, conteúdo em inglês)

El País

“É óbvio que algumas companhias elétricas têm lucros excessivos”, diz ministra da Transição Ecológica

Teresa Ribera, terceira vice-presidente e ministra espanhola da Transição Ecológica, falou com o El País sobre a subida histórica dos preços da eletricidade. Garante que o governo está a fazer os possíveis para mitigar a situação, “mas não há varinhas mágicas”. “É óbvio que algumas companhias elétricas têm lucros excessivos”, mas a ministra garante que a “tempestade” no preço da eletricidade não chegou para ficar. “Veremos preços estáveis, razoáveis e acessíveis a médio prazo. Mas, por enquanto, o que temos é isto”.

Leia a entrevista completa no El País (acesso livre, conteúdo em espanhol)

 

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