Setor tecnológico penaliza Wall Street

Wall Street está misto, com as ações ligadas ao setor tecnológico entre as mais penalizadas. Em contrapartida, as cotadas ligadas ao setor petrolífero beneficiam da alta das cotações do barril.

As bolsas norte-americanas estão mistas, com os títulos ligados ao setor tecnológico a serem castigados pelos investidores. Em contrapartida, as cotadas ligadas ao setor petrolífero beneficiam da subida das cotações da matéria-prima nos mercados internacionais.

O índice de referência S&P 500 cede 0,19%, para 4.446,85 pontos, enquanto o tecnológico Nasdaq recua 0,56%, para 14.962,94 pontos. Em contrapartida, o industrial Dow Jones valoriza 0,13%, para 34.844,45 pontos.

As ações ligadas ao setor tecnológico estão entre as mais penalizadas, dado que os investidores estão a optar por investir em ações cíclicas. Esta alteração surge depois de na semana passada, a Reserva Federal dos EUA ter revelado que poderá dar início à retirada dos estímulos “em breve”, com o presidente Jerome Powell a apontar para a reunião de novembro se os indicadores económicos continuarem a dar bons sinais. Já a subida de juros poderá acontecer mais cedo do que era esperado, com metade dos membros do banco central a apontarem para essa possbilidade no próximo ano.

Nesse contexto, a Apple recua 1,47% para os 144,76 dólares, a Alphabet, dona da Google, cede 0,44% para os 2.840 dólares, enquanto a Netflix perde 1,52% para os 583,36 dólares e a Amazon desvaloriza 2,09% para 3.353,95 dólares.

Em contrapartida, nesta sessão as empresas ligadas ao setor petrolífero estão entre as mais beneficiadas, na sequência da subida das cotações do “ouro negro” nos mercados internacionais. A título de exemplo, as ações da Exxon Mobil somam 2,55% para 59,06 dólares, ao passo que os títulos da Chevron avançam 2,34% para 102,95 dólares.
Esta semana, os investidores norte-americanos estão de olhos postos em vários indicadores económicos relevantes, como os dados da inflação, que poderão dar mais pistas sobre a recuperação da maior economia mundial. Esta segunda-feira, foi relevado que as encomendas de bens duradouros nos EUA cresceram 1,6% em agosto.

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