BCP pressiona Lisboa e Jerónimo Martins desliga os máximos

O principal índice português seguiu as quedas das bolsas europeias, pressionado pelo retalho e pela banca. Dona do Pingo Doce afastou-se do máximo histórico da semana passada.

As bolsas europeias deram um passo atrás no arranque da semana e o principal índice português acompanhou a tendência, com os investidores a digerirem dados económicos fracos vindos da China. Persistem ainda os receios em torno da crise energética e da subida generalizada dos preços cobrados aos consumidores.

O pan-europeu Stoxx 600 recuou 0,49%, o britânico FTSE 100 perdeu 0,40%, o alemão DAX recuou 0,67%, o francês CAC-40 cedeu 0,75% e o espanhol IBEX desvalorizou 0,81%. Na bolsa de Lisboa, o PSI-20 apresentou uma queda intermédia, recuando 0,70%, para 5.619,21 pontos, pressionado pelo retalho e pela banca.

A Jerónimo Martins, dona dos hipermercados Pingo Doce, destacou-se do lado das quedas. A retalhista afastou-se do máximo histórico de 19,38 euros alcançado no decorrer da sessão de sexta-feira e as últimas ações trocaram de mãos a 18,76 euros, uma perda intradiária de 2,47%.

Entre os “pesos pesados” da bolsa nacional, também o BCP contribuiu para a descida do índice. Os títulos do banco liderado por Miguel Maya caíram 1,29%, para 15,30 cêntimos.

No setor da energia, a EDP Renováveis recuou 1,09%, para 21,76 euros, enquanto a Galp Energia perdeu 0,82%, para 9,868 euros, numa altura em que os futuros do petróleo negoceiam mistos nos mercados internacionais: o Brent recua 0,20% em Londres, para 84,69 dólares, enquanto o WTI avança 0,16% em Nova Iorque, para 81,88 dólares o barril.

A impedir uma queda maior do PSI-20 estiveram a EDP e os CTT. A elétrica subiu 0,43% em bolsa, para 4,687 euros, ao mesmo tempo que o grupo postal valorizou 2,91%, para 5,12 euros por ação.

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