Deloitte vai criar dois centros de excelência em Portugal e quer contratar até 2.000 pessoas

Centros na área tecnológica vão permitir abrir novos escritórios no Porto e em Lisboa e chegar a cinco novas cidades: Braga, Coimbra, Leiria, Setúbal e Faro.

A Deloitte vai criar dois novos centros tecnológicos e de transformação digital em Portugal, que vão permitir, no prazo de três a quatro anos, criar até 2.000 postos de trabalho, anunciou esta quarta-feira o CEO da consultora. Com estes dois centros de excelência, que vão “trabalhar de Portugal para o mundo”, a empresa vai alargar a rede de escritórios que tem no país, chegando a cinco novas cidades portuguesas.

Global Technology Solutions Centre of Excellence e Global Telecom Networks Centre of Excellence são os dois centros que a Deloitte vai inaugurar em Portugal já no próximo ano. “Não são centros low-cost, nem pouco diferenciados. São centros realmente destinados a desenvolver soluções tecnologicamente complexas, com um forte caráter de inovação e de alvo valor acrescentado“, afirmou António Lagartixo.

O objetivo destas duas novas unidades é “trazer inovação tecnológica para o país, com pessoas muito capazes e diferenciadas”, acrescentou o responsável, adiantando que, dentro de três a quatro anos, serão criados entre 1.500 e 2.000 postos de trabalho.

Estes centros vão “trabalhar de Portugal para o mundo”, com foco na América do Norte e na Europa. Entre as principais atividades destacam-se o desenvolvimento de redes 5G, sendo que um dos centros — Global Telecom Networks Centre of Excellence — terá o primeiro laboratório a nível mundial da Deloitte destinado à prototipagem de soluções setoriais baseadas na quinta geração móvel. Além disso, terá associado um centro de cibersegurança.

Assim, a Deloitte vai abrir em 2022 novos escritórios no Porto, Viseu e Lisboa, e chegar a cinco novas cidades — Braga, Coimbra, Leiria, Setúbal e Faro. É por estes escritórios que as equipas dos dois novos centros irão espalhar-se.

Presente na mesma cerimónia esteve o primeiro-ministro, que enalteceu a “confiança que este investimento representa para Portugal”. António Costa destacou que, nos últimos seis anos, o número de centros de excelência em território nacional duplicou e que atualmente contam-se cerca de 67 mil pessoas a desempenhar funções nessas áreas.

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