Construção tem 2.500 vagas por ocupar no IEFP, 16% do total

No final de 2021, o IEFP contava com 2.500 vagas por preencher na construção. É o setor com mais oportunidades abertas, à frente do alojamento e restauração.

A construção tem ocupado as manchetes dos jornais sobretudo pela falta de mão-de-obra. E é o setor com mais vagas por preencher no Instituto do Emprego e Formação Profissional (IEFP). De acordo com dados adiantados ao ECO pelo Ministério do Trabalho, no final do ano passado, havia mais de 2.500 ofertas de trabalho por satisfazer nesta área.

Em dezembro de 2021 contavam-se 347.959 desempregados inscritos no centro de emprego, um número 13,5% inferior ao registado em dezembro de 2020. Mas, mesmo assim, havia 15.941 vagas de trabalho por preencher.

Numa análise aos vários setores, a construção é a área com o maior número de vagas por preencher. Das cerca de 16 mil ofertas, 2.511 pertenciam ao setor da construção, ou seja, 16% do total, indicam os números adiantados pelo Governo.

Este número está em linha com a falta de mão-de-obra para a qual o setor tem vindo a alertar há vários meses. A Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas (AICCOPN) estima que faltem 80 mil trabalhadores na construção para dar resposta às necessidades. A contribuir para este cenário estão vários motivos, entre os quais a ida de trabalhadores para o estrangeiro.

Depois da construção, o ‘alojamento e a restauração’ representam a segunda área com mais vagas por preencher — 2.385, de acordo com o Ministério do Trabalho. Segue-se o ramo das atividades imobiliárias, administrativas e serviços de apoio com 2.277 vagas vazias em dezembro do ano passado. Juntas, estas três áreas representam 45% do total de vagas por ocupar.

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