Produção na construção subiu 3,9% na Zona Euro em janeiro

Comparando com janeiro de 2021, a engenharia civil aumentou 6,6% na Zona Euro e a construção de edifícios subiu 3,5%. Portugal ficou abaixo da média europeia.

O arranque de 2022 foi sinónimo de subidas na construção, tanto na União Europeia (UE) como na Zona Euro. Em janeiro, a produção do setor subiu 4% no bloco comunitário. Enquanto a Polónia se destacou um disparo de 19%, a Hungria destacou-se pela negativa ao apresentar a maior queda. Portugal ficou na linha de água, abaixo da média europeia, com um aumento de 0,9%, de acordo com o Eurostat.

Comparando com janeiro de 2021, a produção corrigida de sazonalidade no setor da construção em janeiro deste ano subiu 3,9% tanto na Zona Euro como na União Europeia (UE) — isto depois de em dezembro se ter observado uma descida de 1,5% na Zona Euro e de 1,2% na UE.

Comparando com janeiro de 2021, a engenharia civil aumentou 6,6% na Zona Euro e a construção de edifícios subiu 3,5%. Já na UE as subidas foram de 6,1% e 4,3%, respetivamente.

Como se pode observar pelo gráfico abaixo, quando a pandemia começou a ganhar força, em março de 2020, o setor foi fortemente abalado.

Evolução da produção da construção na Zona Euro e na União Europeia.Eurostat

Numa análise mensal aos vários Estados-membros, comparando com dezembro de 2021, a Polónia apresentou a maior subida de todas (+19%), à frente da Alemanha (+10,1%) e da Roménia (+8,3%). No lado oposto está a Hungria com a maior descida (-8,3%), seguida pela Bélgica e Holanda (ambas com -1,3%) e da Itália (-0,9%), refere o Eurostat.

Já numa análise anual, ou seja, comparando com janeiro de 2021, os maiores aumentos foram observados na Polónia (+18,4%), na Roménia e Itália (ambas com +13,2%) e na Alemanha (+13,2%). As maiores descidas aconteceram na Bélgica (-14,4%), Eslováquia (-3,6%) e em França (-2,6%).

Portugal fica, assim, abaixo da média europeia. Comparando com dezembro de 2021, assistiu a um aumento de 0,1%, e quando comparado com janeiro de 2021 a subida foi de 2,6%.

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