Tem uma ideia para negócio? Acredita Portugal procura 100 melhores ideias

Concurso de empreendedorismo promove aceleração de ideias nas áreas de empreendedorismo social, mobilidade, gestão de águas, tecnologia ou cidades inteligentes.

Regressou um dos mais antigos concursos de empreendedorismo de Portugal, o Banco Montepio Acredita Portugal. As inscrições estão abertas, até 8 de julho, para a 12.ª edição e serão selecionadas as 100 melhores ideias.

“O nosso objetivo continua a ser o de apoiar as grandes ideias e a inovação através de um processo pedagógico de aceleração e maturação dos projetos em diversas áreas e setores de negócio […] Queremos ajudar a dar mais forma e sentido às ideias e transformá-las em modelos de negócio viáveis”, explica Miguel Queimado, fundador e responsável da Associação Acredita Portugal, citado em comunicado de imprensa.

O concurso procura novos projetos para áreas como empreendedorismo social, mobilidade, tecnologia ou cidades inteligentes (smart cities). Poderão inscrever-se startups em fases avançadas, “que procurem crescer e encontrar os seus próximos investidores e clientes, assim como pessoas que pretendam avaliar o potencial de uma ideia, ainda que numa fase inicial”.

A organização vai proporcionar um pacote de benefícios no valor de 150 mil euros e que inclui “mentoria, formação e investimento, de modo a impulsionar o crescimento dos negócios de forma sustentada”.

As inscrições para a 12.ª edição do concurso estão abertas até dia 8 de julho e poderão ser feitas através desta página. Dia 28 de julho serão selecionados os projetos que passarão à semifinal, marcada para 17 de setembro.

As 100 melhores ideias vão iniciar o programa de aceleração intensivo em 1 de outubro e só, nesse momento, vão escolher uma das categorias a concurso — empreendedorismo social, mobilidade, tecnologia ou cidades inteligentes (smart cities).

A final está marcada para 19 novembro, altura serão revelados os vencedores por categoria.

Nas 11 edições anteriores, foram apoiadas mais de 10 mil equipas, “sendo que 23% criaram um protótipo viável logo a seguir ao programa, 25% dos projetos conseguiram apoios de vários canais de financiamento, 73% tiveram até 100 mil euros de faturação, um ano após a sua participação, e foi angariado um financiamento total aproximado de 68 milhões de euros”, recorda a organização.

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