Professores que não estão a dar aulas vão ter de voltar às escolas

  • ECO
  • 20 Maio 2022

O ministro da Educação admite que "todos os anos o Ministério cede cerca de dois mil professores às mais variadas instituições", mas que este ano vai ter de "reduzir enormemente" a lista.

O ministro da Educação garante que não hesitará em fazer alterações na lista nacional de ordenação de professores se isso assegurar que não haverá alunos sem aulas. Em entrevista ao Expresso (acesso pago), João Costa defende que é preciso “reduzir enormemente” o número de professores cedidos a diversas instituições que não estão a dar aulas nas escolas.

O Governo sublinha que atualmente há cerca de “sete mil” alunos sem aulas, mas que o número podia ser superior. “Conseguimos reduzir o número quando permitimos que professores impedidos de concorrer [por terem recusado horários antes] voltassem a integrar as listas. Sem isso seriam mais cinco mil”, sinaliza João Costa.

Não obstante, o ministro admite que “todos os anos o Ministério cede cerca de dois mil professores às mais variadas instituições”, mas que este ano vai ter de “reduzir enormemente” a lista. “Precisamos deles nas escolas”, justifica. Em entrevista ao Expresso, João Costa promete ainda abrir mais vagas nas escolas, aumentar a estabilidade do setor, e evitar que os docentes andem com a “casa às costas”.

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