Hoje nas notícias: PSD, eleições e Saudi Telecom

  • ECO
  • 19 Março 2024

Dos jornais aos sites, passando pelas rádios e televisões, leia as notícias que vão marcar o dia.

Um grupo de militantes do PSD assinou um manifesto a defender entendimentos com o Chega para “construir um Governo estável, com uma maioria sólida”. No primeiro dia de contagem dos votos dos emigrantes, a tendência sinaliza que o Chega poderá eleger dois deputados, sobrando um para o PS e outro para a AD. Conheça as notícias em destaque na imprensa nacional esta terça-feira.

Manifesto de militantes do PSD pressiona Montenegro a formar “maioria sólida” com o Chega

Sete militantes do PSD, entre os quais o ex-ministro Rui Gomes da Silva, assinaram um manifesto em que apelam ao presidente Luís Montenegro para “colocar Portugal em primeiro lugar”, demonstrando “foco, responsabilidade e sentido de Estado” para “entender a importância de construir um Governo estável, com uma maioria sólida, que possa fazer as reformas de que o país precisa”. A alternativa a “uma solução governativa à direita” é “termos governos sem estabilidade e de curto prazo, que em nada servirão os interesses do país”. Entre os subscritores do manifesto Portugal em Primeiro está também o ex-deputado Miguel Corte-Real, atual líder da bancada do PSD na Assembleia Municipal do Porto; Paulo Ramalheira Teixeira, ex-presidente da Câmara de Castelo de Paiva; ou o médico Manuel Pinto Coelho. Montenegro prometeu não fazer acordos com o Chega durante a campanha eleitoral e também na noite eleitoral.

Leia a notícia completa no Diário de Notícias (acesso livre) e na TSF (acesso livre).

Tendência dos votos da emigração dá dois deputados ao Chega, um para o PS e outro para a AD

No primeiro dia de contagem dos votos dos emigrantes, foram verificados quase metade dos votos dos dois círculos da emigração, num total de cerca de 140 mil votos. Na Europa, o Chega está em primeiro lugar, com 21 mil votos, seguido do PS com 17.900 e da AD com 15.556 votos. Já no círculo Fora da Europa, a AD lidera com 6.000 votos, sendo o Chega a segunda maior força política (4.300 votos) e o PS a terceira (3.800). Se a tendência do resultado se mantiver, o Chega poderá eleger dois deputados, e o PS e AD um cada.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Morgan Stanley e PLMJ assessoram Saudi Telecom na corrida à Altice Portugal

A Saudi Telecom já foi apontada como a principal candidata à compra da Altice Portugal, tendo apresentado a oferta mais elevada. Esta terça-feira, o Jornal Económico revela que a empresa estatal da Arábia Saudita está a ser assessorada financeiramente pelo banco Morgan Stanley e juridicamente pela PLMJ, mais concretamente pelo advogado Diogo Perestrelo. O Morgan Stanley é também dono da Morgan Stanley Infrastructure Partners, que, em 2019, comprou à Altice Portugal 49,99% da Fastfiber e que tem direito de preferência sobre o restante, caso a Altice venda a fibra em separado.

Leia a notícia completa no Jornal Económico (acesso pago).

Concurso para técnicos superiores terá mais 200 vagas

O Governo decidiu aumentar o número de vagas no concurso para recrutar técnicos superiores para o Estado. Assim, a invés dos 1.000 inicialmente anunciados, a autorização do Governo prevê a contratação de 1.200 licenciados para as áreas jurídica, económica, financeira, de logística e de planeamento, controlo e avaliação de políticas públicas. Os cerca de 10 mil candidatos fazem as provas de conhecimentos até 22 de março. Segundo a ainda secretária de Estado da Administração Pública, Inês Ramires, as necessidades foram sentidas durante o “processo de auscultação alargado aos serviços da Administração Central” quando estavam a preparar a Lei do Orçamento do Estado para 2024.

Leia a notícia completa no Público (acesso pago).

Galp com cortes no gás da Nigéria há três anos

Desde 2021 que o maior fornecedor de gás natural da Galp, a Nigéria, continua a falhar sistematicamente na entrega das cargas contratadas a longo prazo com a petrolífera portuguesa. Uma fonte revelou ao Jornal de Negócios que os sucessivos atrasados se devem a problemas do país africano, como falta de segurança local, atos de vandalismo e sabotagem, entre outros. Apesar das falhas, a Nigéria é a principal origem do gás importado pela Galp, representando quase 80%, seguida da Argélia. Até 2030, a Nigéria acordou mandar para o terminal de Sines um milhão de toneladas de gás por ano.

Leia a notícia completa no Jornal de Negócios (acesso pago).

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