ADNIC adquire a maioria das ações da Allianz Saudi Fransi

  • ECO Seguros
  • 28 Abril 2024

A seguradora emiradense, controlada pelo fundo soberano do Abu Dabhi, reforça o seu investimento na Arábia Saudita para fazer crescer o seu negócio geograficamente.

A Abu Dhabi National Insurance Company (ADNIC) finalizou a aquisição da maioria das ações (51%) da Allianz Saudi Fransi, por 499 milhões de riais sauditas (cerca de 125 milhões de euros), avançou a Allianz.

A Allianz garante que a compra da joint venture sedeada na Arábia Saudita, que já obteve aprovações regulamentares, não irá afetar os trabalhadores nem os clientes da Allianz Saudi Fransi.

Esta transação alinha-se com as estratégias das duas empresas. Com a da Allianz de “racionalizar as suas operações no Médio Oriente” e com a da ADNIC, em expandir a sua presença geográfica para impulsionar o seu crescimento económico. Como confirmou o diretor executivo da ADNIC, Charalampos Mylonas, “a aquisição estratégica de uma participação maioritária na Allianz – Saudia Arabia é um marco que nos permite avançar com as nossas ambições de crescimento regional”, disse.

Para o presidente da ADNIC, Sheikh Mohamed Bin Saif Al-Nahyan, “A ligação entre os Emirados Árabes Unidos (onde está sedeada a empresa) e a Arábia Saudita é profunda, mutuamente benéfica e está sempre a crescer. Na ADNIC, vemos a Arábia Saudita como um mercado de elevado potencial, que se alinha perfeitamente com a nossa estratégia global de crescimento, e estamos ansiosos por desbloquear novas possibilidades de crescimento e sucesso”.

A ADNIC, controlada pela Mubadala, fundo soberano do emirato do Abu Dabhi, tem operações em todos os emirados dos Emirados Árabes Unidos, através numa rede de sucursais, assim como centros de venda e atendimento ao cliente. A seguradora oferece cobertura em mais de 75 países através da sua divisão internacional que opera a partir do Dubai.

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Pib Group reforça presença em Espanha com aquisição da corretora Fabroker

  • ECO Seguros
  • 28 Abril 2024

A corretora é a 15.ª aquisição do grupo no mercado espanhol desde a sua entrada na Ibéria há três anos.

O Grupo Pib prossegue com a sua estratégia de expansão geográfica com a recente aquisição da corretora espanhola Fabroker, por uma quantia não revelada, avançou o grupo em comunicado. Trata-se da 15.ª corretora adquirida em Espanha desde a entrada do grupo no mercado ibérico há três anos.

Martin Navaz desenvolve, como Ceo, a Pib Espanha, o grupo é estimulado a crescer pelos seus acionistas Apax y Carlyle, gestoras de fundos de investimento.

“As 15 corretoras já integradas no nosso grupo respondem ao nosso principal objetivo, que é o de desenvolver um grande grupo segurador, mantendo um serviço próximo dos nossos clientes”, afirmou Martín Navaz, Ceo do Grupo Pib Espanha.

Há 35 anos no negócio de corretagem de seguros, Fabroker é especializada em áreas como responsabilidade profissional, mobilidade e a saúde, assim como em desenvolvimento de acordos para associações profissionais e sindicatos.

“É com grande satisfação que recebo a equipa da Fabroker, com os seus profissionais de primeira classe e uma grande carteira de clientes que nos ajudará a continuar a desenvolver a nossa estratégia comercial e a colocar os clientes no centro das nossas decisões”, disse Martín Navaz.

Ainda em janeiro deste ano, o grupo de fundos britânico Apax y Carlyle, que controla o Grupo Pib, finalizou a compra de três corretoras em Espanha: Aguirre Vila-Coro Correduría Seguros, Grupo IDDEAS e Javier Sánchez Consultores (JSC).

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Top seguradoras África: Sanlam domina

Das seguradoras com maior volume de negócio, as da África do Sul revelam forte concentração com 16 seguradoras entre as principais 25.

A sul africana Sanlam é a principal seguradora no continente africano, com cerca de 6,6 mil milhões de dólares em volume de negócio em 2022, segundo a Atlas Mag. A diferença para a Old Mutual Live, segunda posicionada, é superior a 50%. A Liberty Group entra para o terceiro lugar com 2,9 mil milhões em faturação.

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O ranking estabelece um intervalo de 6,3 mil milhões entre a primeira e a última seguradora – Discovery Insured Limited com 321 milhões. Neste top 25, as seguradoras da África do Sul revelam forte concentração, com companhias a ocupar as cinco primeiras posições, que estão incluídas nas 16 seguradoras da África do Sul que constam no ranking.

Em quarto lugar está a Satam com 2 mil milhões e, de seguida, a MML Group Limited com 1,6 mil milhões.

A também sul-africana Centriq Life Insurance destacou-se com um crescimento de 70.34% em volume de negócios face a 2021, passando de 237 milhões de faturação para 378 milhões. Com este crescimento, subiu cinco posições no ranking, da última para a 20ª.

No sentido oposto, a Old Mutual Life foi a única que quebrou faturação (em 2.93%) passando de 3,5 mil milhões em 2021 para 3,2 em 2022. No entanto, manteve-se na segunda posição.

Em sexto lugar está a primeira seguradora de Marrocos, Wafa Assurance, com 983 milhões em faturação. Este país africano faz-se presente na lista com seis seguradoras que, além da referida, são, a RMA (8º), Mutuelle Taamine (10º), Axa Assurance Marocco (14º), Sanlam Assurance (15º), e AtlantaSanad (17º).

Com menos representação estão as seguradoras do Egipto, ocupando três lugares. A primeira do país e 16º é a Misr Insurance, que subiu três posições, de seguida e em 18º posição a Mist Life Insurance Company e por último e ocupando a 24º posição a Allianz Life Egypt.

Ainda com uma subida de 18,47% a Discovery Insure Limited caiu para último lugar para trás da Centriq Life Insurance (23º) e Allianz Life Egypt (24º) que cresceram 39,87% e 21,34%, respetivamente.

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Ok! aposta no metaverso para se aproximar dos seus clientes

É possível entrar na cidade virtual da ok! seguros através de óculos de realidade virtual e lá se mover com os comandos na loja física da seguradora.

A ok! seguros, marca do Grupo Fidelidade, inaugurou a primeira loja de seguros que disponibiliza uma entrada para o metaverso – através dos óculos de realidade virtual lá disponíveis, é possível aceder à virtual “Cidade Ok” e lá se movimentar através de comandos.

Na loja física da seguradora é possível aceder à ‘Cidade Ok!’ através dos óculos de realidade virtual e nela se movimentando através dos comandos que segura.

Gonçalo Graça Santos, CEO da oK! seguros explica que o investimento na loja física, serve para “responder às expectativas dos clientes” que queiram entrar em contacto direto com um colaborador, visando, simultaneamente, suscitar no consumidor uma maior confiança na marca. “O metaverso é mais uma forma de interação com os clientes”, refere.

Desenvolvida para servir também como uma ferramenta de literacia para os seguros, a cidade virtual torna a experiência com a empresa “mais simples e mais imediata”, afirma. A ‘Cidade Ok!’ continuará a ser atualizada.

Com óculos de realidade virtual e comandos que permitem chegar à cidade virtual e escolher o que se vê através dos comandos, numa loja colorida e alusiva à cidade digital, “podemos dizer que estamos no espaço de uma seguradora que é digital”, expressa o responsável.

Além de visar sustentar a confiança dos clientes atuais na marca, esta iniciativa também procura captar novos. Gonçalo Graça Santos acredita que o facto da ok! seguros ser uma seguradora direta e digital que aposta numa loja física “é um fator diferenciador” de outros players do mercado. É nesse ramo em que o CEO garante que a marca se empenha para ser mais competitiva – nos serviços que presta aos clientes, “na contratação, na gestão de sinistros e nos canais”.

Gonçalo Graça Santos garante que ao investir nos serviços, incluindo na loja física, e canais de comunicação numa seguradora digital acaba por existir “um enviesamento que os clientes sejam mais jovens”. No entanto, garante que esse alcance não é linear, que visam alcançar todos os segmentos etários, todos os clientes que queiram auto servir-se e, através dos seus canais digitais alcançam consumidores de todas as idades.

Ainda que neste momento a ok! seguros seja a estreante no metaverso, o seu CEO, afirmou na abertura do evento, que nas vagas de evolução de aplicação de novas tecnologia, o metaverso é uma das formas das seguradoras terem mais “engagement”.

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Jovem simula furto para receber indemnização de seguradora

  • ECO Seguros
  • 28 Abril 2024

O estudante foi constituído arguido e aguarda notificação do Ministério Público para acusação por simulação de crime e falsas declarações.

Um estudante de 20 anos confessou à PSP de Leiria ter simulado furto de telemóvel com o valor de 830 euros com o objetivo de obter indemnização da seguradora, avançou o Jornal de Notícias (acesso pago).

O jovem foi avisado duas vezes que “se estivesse a prestar falsas declarações, poderia incorrer num crime” pelo elemento da força de segurança que recebeu a denúncia que “achou a história estranha e acionou o piquete de Esquadra de Investigação Criminal” – ou seja, chamou o posto policial dedicado a investigar a existência ou não de um crime e as suas circunstâncias -, relata o JN citando o comunicado da PSP de Leiria.

Inicialmente, o jovem de Leiria manteve a sua versão dos factos, até ser interrogado pela Esquadra de Investigação Criminal, acabando “por começar a entrar em contradição e confessou que queria pedir uma indemnização à seguradora, pelo que precisava de apresentar queixa na PSP, pois o seguro só cobre se for furto ou roubo”.

O jovem foi constituído arguido e será notificado pelo Ministério Público para acusação por dois crimes: simulação de crime e falsas declarações. Por enquanto, ficou sujeito a termo de identidade e residência.

“A PSP alerta para o alcance negativo deste tipo de denúncias falsas, pois além de implicarem potenciais lesões patrimoniais a outras entidades, comprometem o empenhamento de meios públicos que poderão ser necessários para situações efetivamente reais e que careçam de resposta urgente e eficaz”, refere a PSP de Leiria em comunicado.

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Portos agarram “oportunidade” das eólicas no mar e já registam interessados<span class='tag--premium'>premium</span>

A ambição de multiplicar os projetos de energia eólica pela costa portuguesa pede um papel ativo dos portos, que estão a preparar-se para acolher uma nova indústria.

As eólicas estão a fazer o seu caminho rumo ao mar, e vão ter de passar pelos portos.Em Portugal, os gestores dos portos já estão a ser contactados pela indústria do setor, que quer vir a instalar-se nas suas áreas, numa altura em que se aguarda por um leilão que distribua vários projetos pelas águas nacionais. 6,5 mil milhões de euros é o investimento que a WindEurope, uma associação do setor, estima ser necessário para que os portos europeus se modernizem, de forma a darem a sua contribuição para o alcance das metas energéticas do Velho Continente de braço dado com a indústria eólica offshore. Um investimento que poderia ser recuperado em cinco anos, aponta a mesma entidade. “ Isso apresenta tanto um desafio quanto uma oportunidade para o setor portuário português”, lê-se no

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UE apoia a Ucrânia até que Putin decida parar a guerra

  • Lusa
  • 28 Abril 2024

O Alto Representante para os Negócios Estrangeiros da UE, Josep Borrell, afirmou hoje que os vinte sete apoiarão a Ucrânia “até que (Vladímir) Putin decida parar a guerra".

O Alto Representante para os Negócios Estrangeiros da União Europeia (UE), Josep Borrell, afirmou este domingo que os vinte sete apoiarão a Ucrânia “até que Putin decida parar a guerra”, o que, admitiu, “não acontecerá em breve”.

Na reunião especial do Fórum Económico Mundial (WEF), que começou hoje em Riade, na Arábia Saudita, e continua até segunda-feira, Borrell reiterou o compromisso da UE em apoiar a Ucrânia na guerra contra a Rússia, independentemente do investimento orçamental que isso represente.

“Continuaremos a apoiar o povo da Ucrânia (…) Há quem pergunte quanto dinheiro iremos gastar neste conflito. Comprometemo-nos a apoiar a Ucrânia a resistir até que Putin decida parar a guerra, mas eu acho que isso não acontecerá em breve”, disse o mais alto representante na Política de Segurança da UE.

No seu discurso, Borrell lembrou que “Putin começou a guerra” e que o presidente russo “vai esperar pelas eleições nos Estados Unidos” para considerar o futuro ou a possibilidade de pôr fim ao conflito que começou há pouco mais de dois anos.

Quanto à prolongada guerra entre a Rússia e a Ucrânia, manifestou preocupação com a possibilidade de algo semelhante acontecer no Médio Oriente, referindo-se ao conflito entre Israel e o Hamas na Faixa de Gaza.

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Sebastião Bugalho evoca Cavaco, Durão e Moedas para justificar a sua candidatura aos 28 anos

Na apresentação das listas da AD às europeias, em Aveiro, o ex-comentador da Sic Notícias e cabeça de lista disse que é “em nome desse sonho e legado europeu” que a AD se apresenta a votos.

O candidato da AD às europeias, Sebastião Bugalho, começou por explicar as razões da sua candidatura. “É a essa pergunta que posso dar a resposta mais direta e verdadeira. Eu estou aqui porque acredito na Europa que a democracia portuguesa ajudou a construir desde 1986. E na Democracia que não seria a mesma sem essa pertença europeia.”

Na apresentação das listas da AD às europeias, em Aveiro, o ex-comentador da Sic Notícias e cabeça de lista disse que é “em nome desse sonho e legado europeu” que a AD se apresenta a votos. E apela: “O que vos peço, aqui, hoje, é que lutem comigo. Lutem comigo por esse sonho. Acreditem comigo nesse sonho ‒ que tem de ser mais do que esperança, do que uma ambição, tem de ser uma realidade. O nosso país tem quase 900 anos de história, nós sabemos o que é preciso fazer para sonhar e para cumprir. Podemos olhar para trás, para nos inspirarmos e sabemos olhar para a frente, para sabermos aquilo que queremos.”

O candidato de 28 anos começou por, em jeito de justificação, enumerar protagonistas do que chamou de sonho europeu. Primeiro falando de Cavaco Silva, “um jovem algarvio de Boliqueime, que conseguiu uma bolsa para estudar em Inglaterra e regressou ao seu país, para mais tarde ser primeiro-ministro e Presidente da República.”

“Tenho ouvido as críticas, até já respondi a algumas com humildade e boa disposição. Parece que dizem que sou muito novo. E é verdade e, como diz o senhor primeiro-ministro, é um problema que passa com o tempo. Mas o primeiro-ministro francês neste momento tem 34 anos, eu sou só candidato Parlamento Europeu”, afirma.

De seguida, foi a vez de Durão Barroso, “um jovem de Almada, que ouviu a Revolução na rádio e correu para o cacilheiro, para ver a Liberdade a acontecer ‒ e mais tarde ser primeiro-ministro e Presidente da Comissão Europeia”. Não deixando de fora o atual presidente da Câmara de Lisboa, Carlos Moedas: “um jovem alentejano de Beja, que foi para Paris estudar graças ao programa Erasmus, se tornou engenheiro e voltou ao seu país ‒ para mais tarde ser comissário europeu e presidente de Câmara.”

Antes disso, Bugalho tinha agradecido a Manuela Ferreira Leite, lembrando que foi a “última líder do PSD a vencer eleições europeias”, esperando que isso seja um sinal para repetir a vitória.

Recorde-se que nas últimas eleições europeias, o PSD conseguiu eleger seis eurodeputados e o CDS-PP, um. Portugal tem a capacidade de eleger 21 eurodeputados, de um total de 720.

Quem é Sebastião Bugalho?

Sebastião Bugalho regressa à vida política, como independente, mas agora com o apoio de mais um partido. Em 2019, Assunção Cristas, líder do CDS-PP na altura, escolheu o jovem para integrar as listas do partido para as eleições legislativas. Não foi eleito, mas depois de Ana Rita Bessa ter renunciado ao mandato, alegando descontentamento com a direção de Francisco Rodrigues dos Santos, o comentador político foi convidado a ocupar o lugar, mas não aceitou o convite.

Formado em Ciência Política pelo Instituto de Estudos Políticos da Universidade Católica, Sebastião Bugalho, de 28 anos (faz 29 em novembro), é filho dos jornalistas João Bugalho e Patrícia Reis, editora da revista Egoísta. Deu os primeiros passos no jornalismo aos 19 anos, mas foi a fazer comentário político que ganhou maior protagonismo. Fê-lo na TVI24, tendo passado mais tarde para a CNN Portugal. Desde o ano passado, que se tornou num dos analistas políticos da SIC Notícias e, simultaneamente, no Expresso, ambos do grupo Impresa.

“Não é a política, não é, não é”, garantia em meados de abril ao ECO Magazine Sebastião Bugalho, quando em entrevista era perguntado ao agora cabeça de lista da AD para as eleições europeias se a sua paixão era a política. “A minha vocação é a história, é a vida pública. Há uma coisa que as pessoas não perceberam e posso explicar: Eu tenho muitos amigos políticos, passo férias com políticos, almoço e janto com políticos, dou colo aos filhos dos políticos, pronto. Mas as pessoas olhavam para esta minha proximidade ao mundo da política e achavam que tinha a ver com três razões, mais ou menos: Ambições jornalísticas, ele quer fontes, ambições políticas, ele quer lugares, ambições de poder, ele quer poder”.

Sebastião BugalhoHugo Amaral/ECO

Sebastião Bugalho dizia ver-se como jornalista. “Eu sou jornalista, faço entrevistas, faço opinião, se me pedires para escrever uma reportagem, eu escreveria. E se me desses uma notícia para fazer, eu ia fazer a notícia. A minha profissão é o jornalismo…”, garantia o candidato pelo CDS às legislativas de 2019, em que não foi eleito. “Mas, quer dizer, na Inglaterra, os políticos foram todos jornalistas e os jornalistas foram todos políticos“, prosseguia o até ontem comentador da SIC, jornalista com a carteira profissional número 7134, e cabeça de lista pela AD às europeias.

Filho de jornalistas, Sebastião Bugalho iniciou-se no jornalismo no I e no Sol, foi comentador da TVI24 e depois na CNN Portugal, até que em agosto trocou o canal da Media Capital pela SIC e pelo Expresso.

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Montenegro lembra IRS e questiona se Chega e PS querem governar em conjunto

O presidente do PSD e primeiro-ministro desafiou os líderes do PS e do Chega a dizerem se querem fazer “um governo alternativo” e “legislar em conjunto”.

Luís Montenegro defendeu que as eleições europeias “não são a desforra das legislativas”, mas “nunca ouvi o PS e o Chega a dizer que vão legislar em conjunto”, por isso, lança o desafio: “Aproveitem agora”.

O líder do PSD diz ainda que tem a lista mais qualificada e “diz que está disponível para ser um soldado ao lado do cabeça de lista para correr o país em busca de uma vitória”.

Luís Montenegro – no discurso de encerramento da Universidade da Europa, na Curia, onde foi apresentada a lista da AD às eleições europeias de 9 de junho — começou por deixar uma “nota de reflexão rápida” sobre “o desafio que é a eleição para o Parlamento Europeu”. O primeiro-ministro e líder do PSD começa por dizer que há “um desafio de participação já que foi marcada no pior dia que podíamos ter em Portugal”.

Montenegro defendeu ainda que a AD está do lado dos jovens e dos “que mesmo não tendo militância partidária aceitam representar Portugal no Parlamento Europeu”. Deixando o recado a Marta Temido e ao PS: “Não fomos buscar alguém que despedimos lá atrás”. E acrescenta, sobre Bugalho: “Eu não acho que seja um problema ser jovem, mas a ser um problema, é dos mais fáceis de resolver, porque é o tempo que o resolve”.

O presidente do PSD e primeiro-ministro desafiou hoje os líderes do PS e do Chega a dizerem se querem fazer “um governo alternativo” e “legislar em conjunto”, considerando que tal tem de ser assumido “olhos nos olhos” perante os portugueses.

Luís Montenegro referiu-se à aprovação, na semana passada, na generalidade das propostas do PS, BE e PCP sobre o IRS, com a proposta do Governo a acabar por baixar à especialidade sem votação, tal com as do Chega e IL, numa altura em que a sua aprovação parecia estar em causa. “Se acontecer o que parece ser um sinal da primeira semana, e a ideia do PS e do Chega é simularem uma oposição ao Governo fazendo um governo alternativo, então vão ter de assumir isso olhos nos olhos dos portugueses”, desafiou.

Montenegro considerou que a próxima campanha será uma oportunidade para fazer essa clarificação. “Eu fui fustigado na última campanha para dizer qual a política de alianças que tinha para Portugal e cumpri, nunca ouvi os líderes do PS e do Chega dizerem que iam legislar em conjunto na Assembleia da República, aproveitem esta campanha para deixar isso bem claro”, afirmou.

 

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PM em silêncio sobre reparação às ex-colónias e tranquilo sobre apreciações de Marcelo a seu respeito

  • Lusa
  • 28 Abril 2024

Montenegro voltou a remeter para o comunicado mais esclarecimentos sobre o tema das reparações, quando questionado se o Presidente da República criou um problema ao Governo.

O primeiro-ministro, Luís Montenegro, recusou pronunciar-se sobre a questão da reparação pelo passado colonial português, remetendo para o comunicado do Governo, e disse que ouviu com tranquilidade as apreciações de Marcelo a seu respeito.

Mais tarde, à entrada para o encerramento da Universidade Europa, na Curia (Aveiro), Montenegro voltou a remeter para o comunicado mais esclarecimentos sobre o tema das reparações, quando questionado se o Presidente da República criou um problema ao Governo.

“Não, o Governo já teve ocasião de esclarecer. Há um comunicado que diz tudo o que é a posição do Governo”, afirmou. Entre cumprimentos a vários convidados, entre os quais a ex-líder do PSD Manuela Ferreira Leite, o primeiro-ministro foi ainda questionado se a comunicação social não o irá ouvir sobre declarações de Marcelo Rebelo de Sousa a seu respeito. “Nem é suposto ouvirem”, disse.

Mais à frente, perante a insistência sobre como recebeu estas declarações, disse apenas: “Com muita normalidade e tranquilidade”, antes de entrar na sala onde vai decorrer a apresentação dos candidatos da AD às europeias.

Num encontro com jornalistas correspondentes, Marcelo Rebelo de Sousa associou a Luís Montenegro a características rurais, ao afirmar que o primeiro-ministro “vem de um país profundo, urbano-rural, urbano com comportamentos rurais”. Antes, à margem da cerimónia de colocação da primeira pedra do Parque da Cidade de Esposende, Montenegro também tinha optado por não responder sobre o tema da reparação às ex-colónias, remetendo para o comunicado divulgado no sábado pelo Governo.

Sobre a pretensão do presidente da Assembleia da República de ouvir a procuradora-geral da República, Montenegro disse apenas que “esse é um assunto do parlamento”.

Em comunicado divulgado no sábado o Governo afirmou que “não esteve e não está em causa nenhum processo ou programa de ações específicas com o propósito” de reparação pelo passado colonial português e defendeu que se pautará “pela mesma linha” de executivos anteriores.

“A propósito da questão da reparação a esses Estados e aos seus povos pelo passado colonial do Estado português, importa sublinhar que o Governo atual se pauta pela mesma linha dos Governos anteriores. Não esteve e não está em causa nenhum processo ou programa de ações específicas com esse propósito”, refere o comunicado.

Também na sexta-feira, o Presidente da República defendeu que Portugal deve liderar o processo de assumir e reparar as consequências do período do colonialismo e sugeriu como exemplo o perdão de dívidas, cooperação e financiamento, que já vêm sendo estabelecidas, disse.

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Giorgia Meloni apresenta candidatura às eleições europeias

  • Lusa
  • 28 Abril 2024

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, anunciou a sua candidatura às eleições europeias de junho, numa altura em que o partido cresce nas intenções de voto.

A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, anunciou a sua candidatura às eleições europeias de junho, numa altura em que o partido cresce nas intenções de voto.

“Sempre me considerei um soldado e os soldados não hesitam em colocar-se na linha da frente quando necessário”, disse a primeira-ministra durante o seu discurso na conferência dos Irmãos de Itália, partido de extrema-direita que lidera, em Pescara, Itália.

“Queremos que a Itália seja central para mudar o que não funciona na Europa. Porque sim, a Itália hoje está a mudar, embora muitos tenham dito que não era possível”, acrescentou Giorgia Meloni, que promete levar o seu discurso conservador a Bruxelas.

A primeira-ministra italiana e agora candidata às eleições europeias recusou ainda “ceder aos delírios do politicamente correto tão em voga em alguns salões chiques”, rejeitando também “tolerar o assalto a praças e monumentos em nome de uma cultura cancelada que assim quis”.

“Não podemos permanecer calados diante daqueles que, nas nossas escolas e universidades, ensinam o ódio à nossa história e à nossa civilização. Não podemos aceitar lições daqueles que querem uma Europa secular, mas querem que as escolas fechem durante o Ramadão e, ao mesmo tempo, pedem com a mesma coerência que o crucifixo seja retirado das salas de aula”, acrescentou.

Nas últimas eleições europeias, os Irmãos de Itália conquistaram seis lugares no Parlamento Europeu, mas uma sondagem recente da Ipsos para a Euronews, aponta que o partido poderá obter até 24 assentos nas próximas eleições em junho, com 27% dos votos.

A sondagem foi referida por Meloni no seu discurso, em que disse que o crescimento nas intenções de voto não é visto como “um exercício retórico de auto-satisfação e auto-celebração”, mas antes para lembrar que “o que ganhamos não é algo que adquirimos para sempre, devemos continuar a merecê-lo”.

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Estado está atrasado no pagamento do PRR, diz CEO do Grupo Pestana

  • ECO
  • 28 Abril 2024

"Há empresas envolvidas nos projetos das agendas mobilizadoras para o turismo do PRR com dificuldades de tesouraria porque o Estado não está a fazer os pagamentos devidos", diz José Theotónio.

“Há empresas envolvidas nos projetos das agendas mobilizadoras para o turismo do PRR com dificuldades de tesouraria porque o Estado não está a fazer os pagamentos devidos”. As palavras são de José Theotónio, CEO do Grupo Pestana, em entrevista ao Jornal de Negócios e Antena 1. Grupo esse que lidera a Agenda Mobilizadora para o Turismo. O empresário considera que a execução está a avançar a diferentes ritmos e que “há uma dificuldade grande nos pagamentos”. Esse atraso, avisa, está a comprometer sobretudo a vida das empresas mais pequenas.

José Theótonio espera que com o novo governo os pagamentos possam avançar. Em relação à nova tutela, reconhece experiência nas pessoas escolhidas, o que “é um ganhar de tempo”, mas considera que também é preciso ter peso político para poder influenciar outras áreas de que o turismo depende.”

Aponta o novo aeroporto como uma prioridade para o país e qualifica o atraso como “uma vergonha nacional”. Já em relação à privatização da TAP, espera que avance e com a maioria do capital nas mãos dos privados.

Nesta entrevista, o CEO do Grupo Pestana defende que deve existir uma regulação do turismo e manifesta-se contra as restrições de entrada de turistas no país como já aconteceu noutros destinos. José Theótonio admite que a contestação nas ruas em Portugal ao chamado excesso de turismo até venha a acontecer, como temos assistido em Espanha, mas entende que não há excesso de turismo, o que há, do seu ponto de vista, é uma concentração em determinadas zonas. Por isso, preconiza que sejam implementadas medidas pelo Estado e pelos privados para gerir melhor os fluxos turísticos.

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