Cinco anos após Pedrógão, riscos são (ainda) elevadospremium

Num ano em que se completam cinco anos da tragédia em Pedrógão Grande e o risco de incêndio é maior dada a situação de seca severa que vai cobrindo o país, há ainda muito por resolver na floresta.

Os incêndios que vitimaram mortalmente 66 pessoas em Pedrógão Grande aconteceram em 2017. Cinco anos depois, entidades responsáveis pela floresta, associações, ambientalistas e indústria papeleira, todos confirmam: a floresta mantém-se a precisar de uma grande mudança, de forma a prevenir mais catástrofes, e os riscos continuam elevados, sobretudo por causa da severidade da seca.Em Pedrógão, após cinco anos, continua “sem existir a tão apregoada transformação da paisagem”, avalia Nuno Forner, da associação ambientalista Zero, para depois concluir que “não significa isto que se venha a verificar no futuro uma situação catastrófica como a de há cinco anos, mas isto não invalida que não possam ocorrer no futuro grandes incêndios na região”. A Associação de Vítimas do Incêndio de Pedrógão

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