Oceanos. ONU pronta para aprovar declaração “vaga” em Lisboapremium

Ambientalistas e entidades ligadas ao oceano apontam que a Declaração de Lisboa carece de medidas concretas e objetivos claros. Há quem critique, mas também quem considere, ainda assim, um sucesso.

A degradação dos oceanos e a urgência em assumir medidas que promovam a conservação deste recurso marítimo foi o que levou a 193 representantes dos Estados-membros da Organização das Nações Unidas a reunirem-se esta semana, em Lisboa. A Conferência dos Oceanos das Nações Unidas (UNOC) que acontece sob o mote "Salvar o Oceano, Proteger o Futuro", serviu de palco para abrir o debate e reforçar os apelos de mais ação e esta sexta-feira, 1 de julho, é esperada que a Declaração de Lisboa seja aprovada. Ainda que, assinalam as associações ambientalistas e especialistas do setor, o tratado não apresente metas concretas e objetivas.Olhando para o documentode seis páginas, é possível perceber as linhas gerais das ambições que promove. "Estamos determinados a atuar decisivamente e urgentemente

Assine para ler este artigo

Aceda às notícias premium do ECO. Torne-se assinante.
A partir de
5€
Veja todos os planos