Santander Consumer Portugal estreia “banco‌ ‌com‌ ‌vista‌ ‌para‌ ‌o‌ ‌mar‌”

O Santander Consumer Portugal tem nova casa, inaugurada em plena pandemia. O objetivo? Dar resposta às novas formas de trabalhar.

Foi a pedido de muitos trabalhadores que uma das maiores novidades foi pensada e posta em prática. A cerca de dois quilómetros de distância da praia e com acesso fácil aos mais de 45.000 metros quadrados do jardim da Quinta da Alagoa, o novo escritório do Banco Santander Consumer tem balneários para permitir que, bem cedo ou na pausa para o almoço, os cerca de 150 colaboradores da instituição possam caminhar, correr ou até ir dar um mergulho no mar e, logo de seguida, tomar um duche e voltar ao trabalho.

Esta é apenas uma das novidades do espaço, inaugurado em plena pandemia e, por isso, com uma ocupação física de apenas um terço dos trabalhadores, que vão alternando semanas.

O novo escritório entra naquilo que é a estratégia mais global do banco, o Santander Consumer, digamos assim. O banco iniciou a sua própria mudança de estratégia e transformação para um banco mais digital, com novas plataformas de realização do negócio, novos projetos em curso no sentido da própria digitalização. Portanto, toda esta nova dinâmica de um ecossistema mais digital e mais ágil e dinâmico, levava à necessidade de termos as equipas organizadas no seu modo de trabalhar, de uma forma diferente”, assinala Sandra Faustino, diretora de recursos humanos do Banco Santander Consumer Portugal, em entrevista à Pessoas.

Sandra Faustino, diretora de recursos humanos do Banco Santander Consumer Portugal.

Detetada a necessidade, a equipa passou à ação: no novo edifício, os gabinetes pessoais desapareceram e toda a equipa – incluindo colaboradores nos cargos de gestão – trabalha num espaço aberto. “Todos mais próximos uns dos outros, o que também é uma vantagem para a própria dinâmica de gestão”, defende a responsável. Ao open space juntam-se salas de reuniões de diferentes dimensões, adaptadas às necessidades, e ainda phone boots, para chamadas telefónicas e reuniões virtuais. Tudo pensado ao pormenor e, tendo em conta, os dois objetivos maiores do novo edifício: criar um espaço adaptado às novas necessidades tendo em conta o bem-estar e a felicidade dos trabalhadores.

“Foi todo desenhado à nossa medida. Em consideração tivemos o facto de termos as equipas a trabalhar de forma diferente, necessidade de responderem de forma mais dinâmica ao trabalho em projetos com necessidades de resposta mais rápida porque o que é hoje, amanhã muda”, justifica.

O espaço físico está ancorado num outro fator de motivação: a mudança prende-se com a melhoria das condições para os colaboradores. “Estávamos num espaço que, há já com vários anos, precisava de muita coisa diferente: aliámos a necessidade de ter as equipas a trabalhar em modos mais dinâmicos e criar novas condições, ao facto de podermos melhorar a qualidade de vida aos nossos colaboradores e, assim concebemos a ‘nossa nova casa’”, sublinha Sandra Faustino.

Com uma área total de 2.900 metros quadrados, divididos por quatro pisos e um rooftop, Sandra quer tirar partido do espaço ao máximo detalhe. “A grande valia é que são pisos muito abertos em que tudo gira, todos se percorrem de uma forma muito rápida e fácil e, como as equipas estão dispostas em open space, isso permite um contacto ágil e que se reflete para a própria equipa de direção. E, claro, queremos aproveitar para fazer alguns sunsets”, adianta.

Com luz natural a toda a volta e recheado de “mobiliário mais ergonómico e confortável”, o novo escritório do Banco Santander Consumer Portugal é “um espaço onde procurámos não só ser um local de trabalho mas um local onde cada um se sente bem, se sente ‘em sua casa’”. Por isso, ao open space e salas mais pequenas de encontros, a equipa que trabalhou no projeto juntou áreas sociais e de lazer “onde os colaboradores podem, no fundo, estar mais em conjunto, e desfrutar mais da presença e da companhia uns dos outros”.

Já estava nos nossos planos adotar uma política de flexi working, de trabalho remoto e este contexto de pandemia, o que veio dizer a todos e não só a nós, foi que é possível trabalhar em modo diferente.

Sandra Faustino

Diretora de recursos humanos do Santander Consumer Portugal

No piso 0 há ainda uma cafetaria, sofás, mesa de matraquilhos e, em breve, uma Play Station. “Queremos que esta seja uma área simpática onde nos cruzamos e onde podemos estar com os nossos colegas de forma mais tranquila mas que, por outro lado, este espaço sirva também como sala de conferências maiores, uma vez que está toda equipada”.

Com capacidade para 250 pessoas, o novo escritório tem acolhido algumas das últimas contratações do banco, algumas delas em áreas “especializadas e ligadas muito à transformação digital”. “Tínhamos em plano que privilegiava um conjunto de competências dentro da área do digital, gestão de projetos e inovação. Criámos um novo hub de inovação, de transformação do banco, para integrar processos na lógica de torná-los mais ágeis, e reforçámos um conjunto de competências que eram críticas para aquilo que era o modelo de negócio do banco. Por isso, estas pessoas trazem coisas boas e que aportarão seguramente à cultura do banco”, adianta a diretora de recursos humanos, acrescentando: “No fundo, vêm aportar positivamente à nossa cultura, sendo evidente que também têm de beber daquilo que é a nossa cultura. Há aqui um mix e uma mais-valia mútua”.

E, mesmo inaugurado em tempos de Covid, o plano mantém-se: o novo edifício vinha trazer um conjunto de facilidades de espaço e de distanciamento que permitem incorporar o contexto da pandemia no regresso ao escritório, assegura Sandra.

“Coincidimos o regresso ao escritório com a entrada no novo edifício para voltarmos a ver os colaboradores num novo espaço e, na verdade, a grande questão é que o nosso edifício já está preparado para todas essas novas facilidades. Já estava nos nossos planos adotar uma política de flexi working, de trabalho remoto e este contexto de pandemia, o que veio dizer a todos e não só a nós, foi que é possível trabalhar em modo diferente. É algo que veio para ficar, não numa perspetiva total, a 100% como sabemos que algumas organizações o adotaram, mas acredito em modelos híbridos que permitem, de facto, gerar flexibilidade necessária entre a gestão que a empresa tem de ter e aquilo que é o equilíbrio entre a vida pessoal e profissional dos nossos colaboradores, a qualidade de vida”.

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