As diferentes perspetivas do coaching

  • Maggie João
  • 2 Setembro 2019

A APG ocupa-se das várias áreas ligadas à gestão de pessoas, na qual se inclui o coaching.

Imagine um cubo mágico, com as suas seis faces. Uma caixinha preta cheia de cores, onde a magia acontece. Anda-se para a frente, para trás, muda-se de direção, volta-se atrás, para-se, investe-se numa outra cor. Agarra-se o momentum, envolvidos por aquela auto-motivação de que vai correr bem e que vamos chegar a um bom resultado.

Assim é o coaching, com as suas seis perspetivas: ética, profissionalização, sponsorship, investigação académica, futuro e claro está, a relação coach-coachee. Cada uma destas faces é uma dimensão em si e a interação entre elas nas arestas que as unem, confere informação importante que quando debatida chega a gerar magia colorida e entusiasmante como os cubos mágicos.

São estas perspetivas que serão debatidas, de alguma forma, na 3.ª conferência do GPC (Grupo Português de Coaching) da APG (Associação Portuguesa de Gestão de Pessoas). Como sabemos, a APG ocupa-se das várias áreas ligadas à gestão de pessoas, na qual se inclui o coaching. Como tal o GPC destaca-se pela inclusividade de todos os profissionais de coaching e por todos os interessados em coaching, que respeitam os mais elevados padrões de qualidade e conduta profissional.

A 3.ª conferência organizada pelo GPC tem como objetivo explorar as várias perspetivas do coaching. Assim sendo, o evento terá vários momentos dedicados especificamente a cada uma das perspetivas:

  • Haverá apresentações do que está a ser feito na investigação académica;
  • Convidaram-se sponsors de vários mundos, isto é, pessoas que realmente contratam coaching, para que venham partilhar connosco as suas perspetivas;
  • Criou-se um painel destinado ao debate do reconhecimento da profissão, onde estarão presentes o bastonário da Ordem dos Psicólogos Portugueses, a presidente da ICF Portugal, o presidente da APG e um representante do GPC;
  • Haverá uma breve apresentação sobre a Código Global de Ética, da Global Alliance, que o GPC está a trabalhar para ser co signatário, juntando-se a outras instituições internacionalmente reconhecidas do mundo do Coaching, como a EMCC, AC, APECS e WBECs e, finalmente,
  • Existirá um painel inteiramente dedicado ao futuro do coaching.

Este vai ser um dia muito rico, cheio de partilhas e contribuições estimulantes e interessantes, onde pode alargar o seu networking nesta temática. Oportunidade única de, num só dia, visitar vários temas da atualidade do coaching entre nós, ficando por dentro do que por cá se passa.

Localizada no centro de Lisboa, no auditório 1 da Universidade Autónoma de Lisboa, esta conferência conta consigo para, mais uma vez, elevar a excelência do coaching em Portugal.

Todas as informações no site da APG, incluindo descontos early bird.

Junte-se a nós! Contamos consigo!

*Maggie João é membro da direção nacional da APG e coordenadora do GPC

  • Maggie João

Uma carta aos nossos leitores

Vivemos tempos indescritíveis, sem paralelo, e isso é, em si mesmo, uma expressão do que se exige hoje aos jornalistas que têm um papel essencial a informar os leitores. Se os médicos são a primeira frente de batalha, os que recebem aqueles que são contaminados por este vírus, os jornalistas, o jornalismo é o outro lado, o que tem de contribuir para que menos pessoas precisem desses médicos. É esse um dos papéis que nos é exigido, sem quarentenas, mas à distância, com o mesmo rigor de sempre.

Aqui, no ECO, estamos a trabalhar 24 horas vezes 24 horas para garantir que os nossos leitores têm acesso a informação credível, rigorosa, tempestiva, útil à decisão. Para garantir que os milhares de novos leitores que, nas duas últimas semanas, visitaram o ECO escolham por cá ficar. Estamos em regime de teletrabalho, claro, mas com muita comunicação, talvez mais do que nunca nestes pouco mais de três anos de história.

  • Acompanhamos a cobertura da atualidade, porque tudo é economia.
  • Escrevemos Reportagens e Especiais sobre os planos económicos e as consequências desta crise para empresas e trabalhadores.
  • Abrimos um consultório de perguntas e respostas sobre as mudanças na lei, em parceria com escritórios de advogados. Contamos histórias sobre as empresas que estão a mudar de negócio para ajudar o país
  • Escrutinamos o que o Governo está a fazer, exigimos respostas, saímos da cadeira (onde quer que ele esteja) ou usamos os ecrãs das plataformas que nos permitem questionar à distância.

O que queremos fazer? O que dissemos que faríamos no nosso manifesto editorial

  • O ECO é um jornal económico online para os empresários e gestores, para investidores, para os trabalhadores que defendem as empresas como centros de criação de riqueza, para os estudantes que estão a chegar ao mercado de trabalho, para os novos líderes.

No momento em que uma pandemia se transforma numa crise económica sem precedentes, provavelmente desde a segunda guerra mundial, a função do ECO e dos seus jornalistas é ainda mais crítica. E num mundo de redes sociais e de cadeias de mensagens falsas – não são fake news, porque não são news --, a responsabilidade dos jornalistas é imensa. Não a recusaremos.

No entanto, o jornalismo não é imune à crise económica em que, na verdade, o setor já estava. A comunicação social já vive há anos afetada por várias crises – pela mudança de hábitos de consumo, pela transformação digital, também por erros próprios que importa não esconder. Agora, somar-se-ão outros fatores de pressão que põem em causa a capacidade do jornalismo de fazer o seu papel. Os leitores parecem ter redescoberto que as notícias existem nos jornais, as redes sociais são outra coisa, têm outra função, não (nos) substituem. Mas os meios vão conseguir estar à altura dessa redescoberta?

É por isso que precisamos de si, caro leitor. Que nos visite. Que partilhe as nossas notícias, que comente, que sugira, que critique quando for caso disso. O ECO tem (ainda) um modelo de acesso livre, não gratuito porque o jornalismo custa dinheiro, investimento, e alguém o paga. No nosso caso, são desde logo os acionistas que, desde o primeiro dia, acreditaram no projeto que lhes foi apresentado. E acreditaram e acreditam na função do jornalismo independente. E os parceiros anunciantes que também acreditam no ECO, na sua credibilidade. As equipas do ECO, a editorial, a comercial, os novos negócios, a de desenvolvimento digital e multimédia estão a fazer a sua parte. Mas vamos precisar também de si, caro leitor, para garantir que o ECO é económica e financeiramente sustentável e independente, condições para continuar a fazer jornalismo de qualidade.

Em breve, passaremos ao modelo ‘freemium’, isto é, com notícias de acesso livre e outras exclusivas para assinantes. Comprometemo-nos a partilhar, logo que possível, os termos e as condições desta evolução, da carta de compromisso que lhe vamos apresentar. Esta é uma carta de apresentação, o convite para ser assinante do ECO vai seguir nas próximas semanas. Precisamos de si.

António Costa

Publisher do ECO

Comentários ({{ total }})

As diferentes perspetivas do coaching

Respostas a {{ screenParentAuthor }} ({{ totalReplies }})

{{ noCommentsLabel }}

Ainda ninguém comentou este artigo.

Promova a discussão dando a sua opinião